Alguns nomes da política começam a se aquecer para a corrida ao Palácio Thomé de Souza, sede do poder executivo de Salvador. Já é dada como certa a candidatura à reeleição do prefeito Bruno Reis. O antecessor ACM Neto baixou o facho. Bruno agora trabalha na articulação de apoios. Para a vaga de vice, cada vez se fortalece mais o nome do deputado federal Leo Prates (PDT), o mais votado na capital baiana em 2022. A ida do atual presidente da Câmara Municipal, o vereador Carlos Muniz, para o PSDB, partido que hoje integra a sua base, também tirou uma pedra do caminho de Bruno. Quem desponta é o presidente da Conder, o ex-vereador José Trindade, o preferido do ministro Rui Costa (PT) e do senador Jaques Wagner para a disputa. Outros nomes tentam se habilitar para compor a chapa majoritária da esquerda, como as deputadas federal Lídice da Matta (PSB) e a estadual Olívia Santana (PCdoB). Pelo centro, aparece o deputado federal Antonio Brito (PSD) que tem conversado com o presidente estadual do PL, o ex-ministro da Cidadania, João Roma, que não descarta estar no páreo. Por sinal, Roma ultimamente em entrevistas já levanta bandeiras para uma possível campanha a prefeito de Salvador, a exemplo da liberdade econômica, que propõe melhorar o ambiente de negócios da cidade, desburocratizando os processos e reduzindo os impostos.