Apesar de viverem de crédito, banqueiros tradicionalmente são maus pagadores, especialmente quando a questão é pagar honorários de serviços especializados. Um episódio recente envolvendo o ex-banqueiro Ângelo Calmon de Sá ilustra bem esta característica pouco apreciada no mercado. Mesmo tendo centenas de milhões para receber em breve, após um longo período de vacas magras, Ângelo insiste em esquecer quem fez a coisa andar. Não é à toa que o dinheiro não é liberado.