Como noticiado em primeira mão dias atrás, realmente as joias dadas a Bolsonaro pelos sauditas foram para pagamento de propina, e o caso agora ganha contornos com provas cabais, pois na mesma reunião que Bolsonaro tratou com os sauditas da venda de ativos da Petrobras, que se tratava da Refinaria Landulpho Alves para a Acelen, braço petroquímico dos sauditas no Brasil, ele recebeu uma “bagatela” de joias avaliadas em R$ 16,5 milhões. Agora a coisa complicou de vez para todos, seja para Bolsonaro que pode ser preso a qualquer momento, seja para a Acelen e os sauditas que podem perder a compra e ver desfeito o negócio que está agora com provas de que foi vendido o patrimônio público com corrupção e muita grana distribuída.