Os partidos de esquerda que entraram no STF para anular os acordos de leniência das empresas condenadas na Lava Jato já articulam o próximo passo. Em nome da defesa da atualização tecnológica e da igualdade de oportunidades, pretendem que o software pelo qual a Odebrecht controlava a lista de autoridades recebedoras de benesses desviadas de empresas e obras públicas seja reativado e disponibilizado para as empresas que mantenham contratos com o governo.