O primitivismo empresarial azedou a safra gaúcha com trabalho escravo e, sobretudo, mostrou o espírito nazista e desumano das vinícolas gaúchas. Esta semana, a justiça determinou uma indenização inicial de R$ 7 milhões para os mais de 100 baianos e baianas que foram escravizados nas vinícolas do Rio Grande do Sul, que ainda sofrerão novas punições e merecem o repúdio de todos.