Gleisi Hoffmann bem que tentou. Convocou a militância alojada na imprensa, carregou nas redes, foi para cima do ministro das Comunicações. Não adiantou. Juscelino, todos os seus cavalos de raça, o voo no avião da FAB, a estrada nas fazendas da família com recursos do orçamento secreto, permaneceu na Esplanada dos Ministérios. Um Lula mais pragmático, de olho nas votações do Congresso Nacional, onde tem uma base difusa e incerta, manteve o ministro em sua cadeira. O União Brasil, que ensaia uma Federação com o PP, legenda que abriga Juscelino, venceu a queda de braço. Mas que não fique tranquilo. Os votos serão cobrados.