Caso assuma mesmo a presidência do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o Banco dos Brics, Dilma Rousseff tem tudo para ficar numa situação bastante cômoda perante os seus novos patrões. Com Lula, de quem foi ministra e candidata a sua sucessão, a afinidade é total. Já com Xi Jinping, da China, e Vladimir Putin, da Rússia, que governam os seus países com mão-de-ferro, Dilma logo irá perceber as muitas afinidades que tem com ambos. Com Narenda Modi, primeiro-ministro da Índia, o populismo é um elo fortíssimo, e com Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul, os escândalos de corrupção são o ponto em comum.