A força da grana dos poderes públicos evitou a presença na mídia baiana da violência, que infelizmente também botou o bloco na rua no Carnaval de Salvador. Nas incontroláveis redes sociais, no entanto, o espetáculo da selvageria reinou, registrado pelos foliões mais destemidos que se aventuraram a acionar as câmeras de seus celulares nestes terríveis momentos. Fica a constatação lamentável de que a imprensa da Bahia virou um “armazém de secos e molhados”, como diria Millôr Fernandes, ou um batalhão de “colunistas amestrados”, como reforçaria o irmão Hélio Fernandes. Quem dita o fato é o patrocínio.