O Carnaval de Salvador tem a peculiaridade de uma sabujice artística que não se vê em nenhum outro do Brasil. Isso não é de agora. Desde o tempo do velho ACM que os artistas, ao passarem pelos palanques oficiais, referenciam as autoridades com agradecimentos subservientes e despropositais. Não foi diferente este ano. O curioso é que mesmo na ausência do governador ou do prefeito a mesura é feita. Mas, detalhe, às vezes, só um é celebrado, o que denota se tratar de uma humilhante forma de merchandising, associada à verba do patrocínio. Triste Bahia…