O mineiro Carlos Melles não quer deixar o Sebrae, mas vai ter que sair

Paulo Okamotto, hoje um influente operador do governo Lula, já procurou Carlos Melles, presidente do Sebrae, e mandou que ele deixasse o cargo. Ocorre que Carlos Melles, malandramente, se reelegeu no mês de dezembro para mandato até 2026, mas Okamotto, cumprindo ordens de Lula, determinou que ele saia. Para se ter uma ideia, o Sebrae tem salários mensais de R$60 mil e orçamento de quase R$5 bilhões e Melles não quer sair. Já foi advertido que, se for necessário, o presidente da CNI, Robson Andrade e outros dirigentes do Sistema S querem a queda de toda a diretoria do Sebrae. A mudança vai ser em todos os estados, mas o mineiro insiste em ficar. Não vai ficar.

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