Um novo escândalo descoberto na gestão Bolsonaro

Antes de deixar o cargo, ele criou um colegiado que zelaria pela ética, mas concedeu remuneração compensatória a dez ex-membros do primeiro escalão, que em nenhum momento tiveram vergonha de receber polpudos salários. Ontem, o atual governo demitiu três dos atuais membros de um conselho chamado Comissão de Ética Pública da Presidência da República, que Bolsonaro criou para durante seis meses dar salários de mais de R$40 mil a Paulo Guedes, ex-ministro da Economia; Adolfo Sachsida, ex-ministro das Minas e Energia; Joaquim Leite, ex-ministro do Meio Ambiente; Luiz Eduardo Ramos, um general secretário-geral da presidência; Victor Godoy, ex-ministro da Educação; Célio Faria Júnior, ex-ministro da Secretaria de Governo; Ronaldo Vieira Bento, ex-ministro da Cidadania; Marcos Montes Cordeiro, ex-ministro da Agricultura; Carlos Brito, ex-ministro do Turismo e Daniel Oliveira Duarte, ex-ministro do Desenvolvimento Regional. São todos milionários que durante seis meses recebem quase R$40 mil. É mais um escândalo bolsonarista. 

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