Agora que se tornou o todo-poderoso chefe da Casa Civil da Presidência da República, o ministro Rui Costa precisa voltar com urgência às aulinhas de inglês. Por um motivo muito simples: ele não vai poder mais alegar que desconhece o significado de palavras corriqueiras da língua inglesa, a exemplo de hemp, que tantos dissabores lhe causou na pandemia. Nunca é demais recordar que, à frente do Consórcio Nordeste, Rui Costa fechou a compra de R$ 50 milhões em respiradores, que nunca foram entregues, junto a uma empresa da Califórnia que tinha Hemp em sua razão social. Enquanto o ministro não dominar o idioma de Shakespeare, o mais seguro é abster-se de assinar contratos com empresas que tenham nomes esquisitos, como marijuana, weed, pot, ganja, sem esquecer obviamente de cannabis, pois são todos sinônimos de hemp.