A redentora 

A facada que Bolsonaro recebeu em 2018 rende-lhe dividendos políticos até hoje. Sempre que se vê acuado, recorre a uma internação ou intervenção cirúrgica para se vitimizar. O capitão sempre procura por uma obstrução intestinal que lhe propicie condescendência; a piedade da população. É recorrente; basta ver a dieta alimentar pouco saudável que expõe nas suas redes sociais: hambúrguer, frango frito, farofa, coca-cola, leite condensado aos montes. Em Santa Catarina comeu camarão com casca justamente no momento em que recebia uma saraivada de críticas sobre a farra das férias com dinheiro público. Barco e mulheres dançando de biquíni enquanto ele se exibia em manobras pouco recomendáveis no jetski. Já no Brasil real, a Bahia e Minas Gerais estavam inundadas por chuvas intensas. Com mortos. 

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