A relação de Damares Alves com os indígenas brasileiros é, no mínimo, duvidosa. Em 2004, ela “adotou”, de maneira ilegal, uma menina de seis anos, do Parque Indígena do Xingu, da tribo Kamayurá, sem permissão dos pais. A história é no mínimo estranha. Uma missionária, Márcia Suzuki, levou a pequena indígena a Brasília para, supostamente, fazer um tratamento dentário. Entregou a criança para Damares sem o consentimento dos pais. A criança só voltou à aldeia nove anos depois, já com 15 anos, para visitar os parentes. A “adoção” não foi legalizada porque a família não reconhece a permissão para ela ter sido levada. Hoje com 25 anos, Damares a apresenta como sua filha, e, a quem questiona, apenas responde que não foi uma adoção formal dentro das normas da legislação brasileira. E fica por isso mesmo.