Milhares de brasileiros ficaram estupefatos, sacudidos em seus brios, pasmos de desinformação diante das imagens reveladas ao Brasil e ao mundo, dos indígenas Yanomami que vivem em Roraima, mas também em outros territórios Amazônicos. A revelação de que o indígena mostrado na foto morrera um dia depois da publicação, emocionou às lágrimas quem viu as imagens. O professor Dilson Cunha escreveu: a semelhança entre o Cristo Morto, de Holbein, e o indígena Yanomami não é mera coincidência. Ambos estão despidos de suas humanidades, bem como de suas divindades. Ambos trazem no semblante a dor do abandono. Ambos cadavéricos e rígidos, estão carregados de sofrimento e putrefação. Ambos, insepultos. As imagens vão ficar martelando em nossas cabeças como um filme de terror.