Convite oficial para a festa do golpe

A impressão digital de Bolsonaro nos atos golpistas está impressa, inclusive, em sua live de despedida no dia 30 de dezembro, data em que fugiu do Brasil para o resort de luxo na Disney. Ao final de sua prestação de contas, sem mais nem porquês, soltou uma palavra sem contexto: Selma. Hoje sabemos que Selma era a senha para a tentativa de golpe na Esplanada dos Ministérios, como ficou constatado em várias gravações de lideranças e militantes golpistas: “Venham todos para a festa da Selma”. Pasmem, Bolsonaro, ainda no exercício da Presidência da República, e nas dependências do palácio, convocou seus fanáticos seguidores para “a festa da Selma”. Está gravado. É o seu DNA no golpe. 

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