O procurador-geral da República, o advogado baiano Augusto Aras, se notabilizou no cargo pela subserviência com que serviu ao presidente Jair Bolsonaro. Poucos dias antes de Bolsonaro deixar o poder, ele pede ao STF a anulação do perdão que Bolsonaro deu de maneira irresponsável e sem nenhum tipo de humanidade aos militares que mataram centenas de presidiários no Carandiru. O episódio revela bem um velho adágio popular: rei morto, rei posto. Aras está fazendo tudo agora para agradar a um novo governo. Detalhe: Lula abomina ele.