O orçamento secreto, como é conhecida a distribuição de dinheiro no Congresso através das emendas do relator, é muito mal visto por uma parcela da população que, inclusive, usou-o como argumento de corrupção durante o período das eleições. O STF votou nesta semana e considerou inconstitucional, por 6 votos a 5, esse mecanismo de repasse de verbas pegando o Congresso de calças curtas. A estratégia agora é tentar colocar esse dinheiro, R$19,4 bilhões, nas emendas de comissão e o esforço para “resolver” a situação parece tão grande que fica a pergunta: é a população ou o Congresso que não pode ficar sem esse dinheiro?