Coisa boa é ser filha de desembargador, sobretudo na Bahia. Como já dizia Otávio Mangabeira: Pense no absurdo, na Bahia tem precedente. Parece que a Operação Faroeste não arrefeceu os devaneios e assanhas das proles de guerra. Agora, o método de obter vantagens é através de divórcios manipulados, com decisões relâmpago de gente pequena. O repertório é vasto: ameaças de exposição em jornais locais, denúncias infundadas e medidas protetivas para constranger a família em um acordo patrimonial acachapante, além de arrombamento de propriedade. Ter pai desembargador é bom, mas melhor mesmo é casar com filho de empresário rico. O CNJ já está atento, e nós também, mais um caso de desgaste para a Corte baiana que acompanharemos nas cenas dos próximos capítulos.