A terceira denúncia é que o DPT de Camaçari tem equipamentos de raio-x, porém o diretor-geral não contrata operador de raio-x para operar o aparelho, resultado, todo e qualquer exame que precise de raio-x tem que ser realizado no IML de Salvador, gerando custos monstruosos para os cofres públicos, pois os corpos são levados em veículos do Estado para Salvador. Isso é incompetência e malversação do direito público, implicando inclusive em dano ao erário.