Não só Bolsonaro foi derrotado nas eleições. Os militares também foram. A caserna achava que tinha tudo para dar um golpe: apoio do presidente da República, dos generais, manifestantes nas portas dos quartéis, parcela expressiva do empresariado e da Faria Lima, eleição parlamentar vitoriosa, governadores eleitos; enfim, tudo propício, mas não deu para eles. A democracia foi mais forte. O Brasil livrou-se de duas ameaças: Bolsonaro e a quartelada.