PEC da Transição é moeda de troca por espaço no governo do PT

Os petistas tentaram separar as conversas pela aprovação da PEC da Transição das demandas por espaços de poder – leia-se cargos e ministérios – do futuro governo, mas o esforço tem sido em vão. Membros do UB, PSD e MDB fizeram chegar ao PT que, ainda que haja mérito para a PEC prosperar no Congresso, cada sigla deve ser atendida com dois ministérios, além de indicações da “cota pessoal” para Simone Tebet do MDB, Alexandre Silveira do PSD e Davi Alcolumbre do UB. Um senador do PT admitiu a pressão e, sob reserva, brincou que os partidos “querem carinho”. Com o quadro, voltou a ganhar fôlego, nas últimas semanas, a alternativa de Renan Calheiros de abrir espaço no orçamento via TCU.

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