Segunda maior rede de rádios do país, o Grupo Massa, do apresentador Ratinho, deve ganhar impulso com a candidatura de seu filho à Presidência da República. Com pouca rejeição, o governador do Paraná tem tudo para surpreender e até vencer nas eleições do ano que vem.
Kassab é o árbitro da sucessão presidencial
Ontem, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, foi a Minas Gerais e filiou 30 prefeitos e, com isso, hoje o partido dele tem 1283 prefeitos no Brasil, o que o coloca como o juiz da sucessão presidencial. Ao estilo mineiro, esse líder político está construindo um partido sólido e vitorioso.
Campo Grande, a praça mais emblemática de Salvador, está em ruínas
O Campo Grande, cartão-postal da capital baiana, segue entregue ao abandono. Postes apagados, bancos quebrados, fontes destruídas, passeios esburacados e granito em pedaços. Árvores adoecem sem manejo adequado e a arborização desaparece. Sanitários móveis completam a cena de descaso absoluto com a praça mais famosa de Salvador. A degradação desse espaço simbólico revela a negligência do poder público. A Prefeitura precisa agir com urgência para resgatar a dignidade e a história do Campo Grande.
Prefeitura precisa contratar projeto paisagístico nacional para recuperar o Campo Grande
O abandono do Campo Grande exige mais do que remendos superficiais. A Prefeitura de Salvador deveria contratar um projeto de paisagismo de referência nacional, padrão Burle Max, capaz de devolver à praça sua beleza histórica e função social. Não se trata apenas de manutenção, mas de resgatar um patrimônio urbano que simboliza a identidade da cidade e merece tratamento à altura.
Próximo a explodir?
No mercado de correspondentes bancários, aumenta a ansiedade com as investigações da Polícia Federal e da Receita Federal sobre o Blue Pay. Após ter movimentado bilhões de reais de empresas do banqueiro baiano Guga Lima, principalmente o Credcesta e o Instituto Terra Firme, a lista de beneficiários da conta bolsão do Blue Pay vale ouro.
Turbinada pelo lixo
Controlada por uma grande empresária do ramo do lixo e administrada por um ex-presidiário, a Kardbank foi precursora nas transações com o BRB. Tentou dominar a financeira do banco da capital federal para turbinar sua operação de cartão consignado, mas comprou gato por lebre. Santo do pau oco, o vice-presidente da Kardbank, André Azin, tem utilizado as redes sociais para atacar seus concorrentes. Só esqueceu que seu telhado é de vidro fino.
Fura olho
Sem o Credcesta, Guga Lima criou outra empresa de cartões e tenta entrar, a qualquer custo, em grandes convênios como Rio e Bahia pela cozinha. Com seu novo banco, o Pleno, que mais parece um traveco de dois metros de altura, Guga tenta repetir o sucesso do Master no consignado.
Ele participa também de um grupo imobiliário na Bahia
Quem domina hoje o mercado imobiliário em Salvador com empreendimentos na Barra, Corredor da Vitória e áreas nobres da cidade é Augusto Lima. Após romper sociedade com Luis Fernando da Cosbat, o ex-banco Master se associou a Sidônio Palmeira, Tiago Coelho e João Gualberto.
Trocando o motor
Para depender cada vez menos dos americanos, a SAAB decidiu trocar os motores dos caças F-39 Gripen da GE para a Rolls-Royce. A mudança traz alívio para a FAB, especialmente depois dos crescentes embates entre Lula e Trump.
Visita ao Moinho
A visita à favela do Moinho em São Paulo, núcleo de uma conhecida facção criminosa, enquadrou Lula e Haddad na mesma lei do ditador de esquerda Nicolás Maduro. Após a comprovação do vínculo histórico de membros do PT com o crime organizado pelo governo norte-americano, uma das próximas represálias de Trump é colocar preço na cabeça dos brasileiros.
Fluxo pesado
Com as frotas americanas e francesas no Caribe cercando a Venezuela, os cartéis internacionais intensificaram o uso do Rio Amazonas como rota de exportação de drogas, de acordo com generais da reserva ouvidos pelo blog. O contingenciamento bilionário imposto por Lula e Haddad às forças armadas, que paralisou a FAB e que ainda não foi revertido mesmo com a volta do IOF, tem sido interpretado como uma ajuda especial do PT às facções pelos militares brasileiros e americanos.
Mais de 300 liminares obrigam o MEC a abrir novas escolas médicas; STF precisa barrar
Infelizmente, não é de agora. Começou no governo FHC, cresceu nos governos Lula e Dilma, mas foi na falsa moratória de Temer que a judicialização floresceu. Enquanto isso, o Congresso, grande culpado pela omissão oportunista, silencia. Não há leis, só portarias desmoralizadas pelos advogados para aprovar cursos. A culpa é de todos os poderes, somada à inércia das entidades médicas. Hoje são mais de 300 liminares para novas escolas médicas. O STF precisa barrar essa imoralidade.