Uma delação em curso, de um dos principais envolvidos na operação Carbono Oculto, tem assombrado grandes caciques partidários e um governador até então favorito à sucessão presidencial. A delação, caso seja homologada, poderá mudar o cenário político do país nos próximos meses.
Guga Lima impede operação do Banco Master
Segundo fontes dos corredores em Brasília, quem impediu a operação do Banco Master com o BRB foi seu ex-sócio Guga Lima devido à liquidez do CredCesta. Em tempo: Guga Lima é o atual marido da ex-esposa do ex-governador Roberto Arruda.
A Justiça Eleitoral acende sinal vermelho para Lula: campanha eleitoral não
Em 2021, o então presidente Jair Bolsonaro estava fazendo a mesma campanha que Lula faz agora. Foi repreendido e ameaçado de punição. Agora, o TSE, a Procuradoria e a Corregedoria Eleitoral já avisaram para Lula não continuar.
Barroso quer uma mulher na sua vaga
O ministro do STF Luís Roberto Barroso chegou a enumerar as mulheres que estão capacitadas para ocupar a sua vaga. São advogadas e até mesmo Daniela Silveira, ministra do STJ, Maria Elizabeth Rocha, presidente do STM, e Vera Lucia Araujo, ministra do TSE, dentre outras.
O movimento negro quer participar
O movimento negro quer que Lula coloque no STF uma mulher negra. É só aguardar.
Dos atuais ministros do STF, oito são católicos
O mais recente levantamento aponta que, dos atuais ministros do STF, oito são católicos, um evangélico e um judeu.
O inferno de Tanure
Com o colapso do Banco Blue, de Maurício Quadrado, que foi reprovado pelo Banco Central, o baiano Nelson Tanure perdeu um de seus principais veículos de negócios. Com a queda abrupta das ações da Ambipar, que representava grande parte dos ativos do Blue, o banco de Quadrado e Tanure virou pó. Coincidência ou não, Tanure foi surpreendido com a execução de debêntures captadas por ele para a transação da EMAE. Com a execução, as ações de Tanure foram vendidas em tempo recorde para a Sabesp, empresa controlada pela Equatorial, que tem como sócios o Opportunity do também baiano Daniel Dantas.
Huck sonha alto
O apresentador Luciano Huck entrou no páreo para a aquisição do Will Bank, financeira controlada pelo Banco Master de Daniel Vorcaro. Com um patrimônio negativo de mais de R$ 600 milhões, a financeira luta para sobreviver e busca um novo sócio, disposto a injetar pelo menos R$ 1 bilhão no negócio. Com pouca experiência no setor bancário, o maior desafio de Huck, além de mobilizar todo este capital, será ser aprovado pelo Banco Central.
Apagão controlado
O apagão na defesa aérea brasileira, alertado há anos por especialistas, deve ser postergado, com a aquisição de doze aeronaves Gripen C/D em breve, da Suécia. Após a compra de quatro aeronaves KC-390 da Embraer para o país nórdico, habilmente negociadas pelo habilidoso ministro da Defesa brasileiro, José Múcio, a FAB deve abandonar o plano de adquirir os F-16 de segunda mão dos Estados Unidos para comprar aeronaves muito melhores e mais adequadas à realidade orçamentária da defesa brasileira.
Apagão controlado II
Além da compra de quatro KC-390 da Embraer, a Força Aérea celebrou um contrato de opção de compra para mais sete aeronaves, num valor superior a um bilhão de dólares. Em contrapartida ao acordo negociado por José Múcio, o Brasil deve confirmar a compra de novos lotes do Gripen E/F, aeronave sueca que também está sendo produzida pela Embraer em Gavião Peixoto.
Messias versus Pacheco
A aposentadoria precoce do ministro Barroso, anunciada na última semana, sacudiu o cenário político brasileiro. Com a saída de Barroso, Lula terá que agradar a gregos e troianos com sua nova escolha. Apesar da preferência da Suprema Corte e de políticos peso-pesados por Pacheco, tudo indica que Lula deve optar pelo seu fiel escudeiro e jovem advogado Jorge Messias. Além de ter cumprido missões pra lá de especiais, Messias é evangélico e procurador de carreira.
Messias versus Pacheco II
Além da preferência clara de Lula por Messias, o timing para a decisão de Lula joga totalmente contra Pacheco. Conforme já noticiado por este Blog, Lula conta com a candidatura de Pacheco em Minas, segundo maior colégio eleitoral brasileiro, nas eleições do ano que vem. Sem apoio de seu atual partido, tudo indica que Pacheco disputará as eleições do próximo ano para governador de Minas pelo PSB.