Sem recursos para a campanha do próximo ano, o ministro Fernando Haddad vendeu a alma para o diabo da Faria Lima. O problema é que um dia a conta chega e o diabo é especialista em cobrança. A primeira fatura já foi paga com a prisão do banqueiro mineiro.
O desespero de Haddad II
Insaciável, o diabo da Faria Lima quer mais. Além de controlar o Banco Central, o Ministério da Fazenda, o diabo da Faria Lima quer utilizar o FGC para enfraquecer seus principais concorrentes. A primeira etapa do plano foi cumprida com uma conta de R$ 40 bilhões para Itaú, Bradesco, Santander, Caixa e BB. Além de estender seus tentáculos para o poder da república, o diabo da Faria Lima é especialista em mexer na gaveta dos seus sócios.
Quebra-faca do diabo
Rodrigo Maia, novo ajudante de ordens do diabo da Faria Lima, tem cumprido missões pra lá de especiais. Este blog está acompanhando de perto seus passos e em breve irá revelar por onde ele anda.
Bomba carioca
Com o caixa baixo, Rafa Vargas conhece o histórico como ninguém de figuras vencedoras do mercado financeiro. Passado para trás em grandes operações, Vargas não esquece quem o deixou na mão.
Em xeque
A fiscalização extremamente precária do Banco Central gerou um prejuízo multibilionário para o Sistema Financeiro Nacional e repete o escândalo do INSS. Infelizmente, o prejuízo não se limita ao Master.
2 a 1?
Após a prisão do banqueiro mineiro, o principal assunto em Brasília é quando outro ilustre banqueiro será preso novamente.
Baiano traíra
A nota da defesa de Augusto Lima no Jornal Nacional surpreendeu a todos que até então o apoiavam. Casado com a originadora do problema e sócio da fintech que o operacionalizou, o baiano tentou fugir do negócio que montou. Sua “saída” do escritório não representa nada. Suas digitais continuam em todas as operações envolvendo o Credcesta.
Ex-ministra de Bolsonaro tem o segundo marido preso
Quando ela era casada com o ex-deputado, ex-senador e ex-governador de Brasília, José Roberto Arruda, ela visitou o xadrez da Polícia Federal algumas vezes quando ele, o governador, teve o mandato cassado e foi preso. Ele tentou mais uma vez voltar à política e perdeu. Ela foi para a Praia do Forte, na Bahia, ali conheceu o banqueiro Augusto Lima com quem casou, ganhou uma ilha de presente e uma fundação/ONG de alguns milhões. Esta semana, ela tem o segundo marido preso. Em Brasília, o pessoal afirma que ela é habilíssima, colocou nas redes sociais votos de feliz natal para seus amigos, já que na Bahia chegou a ter o título de cidadã baiana dado pela Assembleia Legislativa do estado.
Lambança no Banco Central
Os bastidores da liquidação extrajudicial revelam um Banco Central enviezado e extremamente politizado. A reação inesperada do presidente com o anúncio da transação revelada pela jornalista Raquel Landim revelou claramente para quem o trio Galipolo, Landim e Haddad trabalham. Prato cheio para mais uma CPI.
Quem pagará a conta
É notório que quem arcará com grande o sinistro de cerca de R$50 bilhões gerado pela liquidação extrajudicial do Banco Master será o Fundo Garantidor de Crédito- FGC. Já quem arcará com grande parte da recomposição das reservas do fundo serão os cinco maiores bancos, que deverão ter que contribuir cerca de R$40 bilhões. BB e Caixa para variar terão que pedir ajuda do Tesouro Nacional, que mal consegue pagar as contas.
Fechado para o capital árabe
A ação politizada e extremamente amadora do Banco Central e do Ministério da Fazenda evitou que cerca de R$5 bilhões de capital de investidores árabes fosse injetado no conglomerado Master. Mais uma vez, quem pagará a lambança da dupla Galipolo e Haddad será o contribuinte brasileiro. Já nas urnas, as pesquisas indicam que ninguém aguenta mais tanta lambança de Lula e sua equipe, que fatalmente não deverão ser reeleitos.
Caixa preta baiana
A prisão do banqueiro baiano Augusto Lima acendeu o alerta máximo no Palácio de Ondina e no núcleo do PT baiano.