Profundamente abatido, o presidente do STF cancelou a sessão prevista para o dia 23. Está impressionado com centenas de milhares de solicitações para que o ministro André Mendonça mereça destaque e não críticas, já que a punição já era para ser dada a Alexandre de Moraes.
Ela continua brilhando
A ministra do STF, Cármen Lúcia, voltou a ocupar as redes sociais para que, de maneira extraordinária, condene o tribunal ao qual ela pertence. Voltou a ganhar a opinião pública nacional.
A crise do STF foi manchete nos principais jornais do país
Folha de S.Paulo: “Dino, Gilmar e Zanin obstruem sessão e adiam decisão do STF sobre Moraes”. O Estado de S. Paulo: “Grupo de Moraes manobra e STF protela decisão sobre ministro”. Jornal O Globo: “Dino pede vista, STF adia decisão sobre Moraes e crise se estende”. Correio da Bahia: “Supremo bate boca”.
Tanto nacional como internacionalmente, a imprensa condena o STF do Brasil pela luta política
Os ministros Gilmar Mendes, Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin estão sendo responsabilizados pela crise no Judiciário brasileiro. Foram eles que, de maneira truculenta e violenta, conseguiram tumultuar a sessão aos olhos da imprensa nacional e internacional. Poucas vezes se viu uma sessão política de tão baixo nível. Houve xingamentos, agressões e só faltaram sair no tapa. Foi lamentável e, sobretudo, vergonhosa para a Suprema Corte do Brasil.
A frase da ministra Cármen Lúcia que fica para a história
“Este STF provocou um mal-estar cívico em todos os brasileiros.”
Trump retira do Oriente Médio e da Europa 52 milhões de dólares para os países da América Latina
Estão na agenda Argentina, Colômbia, Peru, Chile e Paraguai. O Brasil continua de fora.
Senadores, senadoras, deputados e deputadas federais querem impeachment de Moraes votado no Congresso
A pressão é forte e o Senado afirma que vai votar o impeachment de Alexandre de Moraes. Já mandou o recado para o presidente da Casa, o senador Davi Alcolumbre, aliado de Lula. Se ele não marcar a sessão, eles vão autoconvocar e destituir Alcolumbre do cargo. A crise é grave, mas a tropa de Lula é forte.
Jurista baiana que foi ministra do STJ volta a pedir: Alexandre tem que sair
Em bela entrevista ontem, a jurista baiana e ex-ministra do STJ Eliana Calmon foi clara: a “tropa de choque” não pode vencer a história do STF; Alexandre de Moraes tem que sair, embora se lamente o comportamento da “tropa de choque” ligada ao Palácio do Planalto. Calmon, com seu histórico jurídico, foi contundente dizendo que o STF não pode ser destruído por uma “tropa de choque” a serviço de interesses políticos. Está sendo aplaudida por onde passa e é uma das reservas morais e jurídicas que o Brasil ainda tem.
Lula está sendo advertido sobre a sua rouquidão
O presidente da República participou das últimas solenidades e não falou. O seu entorno está muito preocupado porque ele quer ir à ONU e fazer um pronunciamento. Está sendo aconselhado a transferir a missão ao vice-presidente, Geraldo Alckmin, já que sua saúde não apresenta melhoras, apesar do silêncio.
Messi vai se despedir com a camisa do seu país
A Argentina não abriu mão: fará o jogo que será o último de Lionel Messi com a camisa do país portenho. Para se ter uma ideia, o jogo já está com lotação esgotada e com presença maciça de televisões de todo o mundo. Quem é rei sempre será majestade.
A crise se agrava de tal maneira que o desemprego toma conta do país
Em São Paulo, as maiores empresas estão demitindo diariamente. Pedido de emprego é uma constante em todos os setores. Ora, se no estado mais rico do país a situação é gravíssima, imagine nos demais. Na Bahia, para se ter uma ideia, os assaltos são constantes e a violência continua predominando. A verdade é que restaurantes continuam fechando mais cedo e fugindo para o interior de shoppings. A crise é violenta.
Em plena crise, a Câmara Municipal de Salvador vai deixar prédio histórico para gastar em prédio sem nenhuma história
A Câmara Municipal já decidiu. Vai deixar o histórico prédio que ocupa em frente ao Elevador Lacerda e mudar para outro, que não tem a mesma história. Na política, pode faltar dinheiro para tudo, menos para obras faraônicas.