O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi quem trouxe a informação do Departamento de Estado norte-americano de que os órgãos de segurança daquele país vão colocar como organizações terroristas o PCC e o Comando Vermelho (CV), que aterrorizam o Brasil.
A passagem relâmpago de Oscar Schmidt pela política
Ao voltar da Itália, depois de encerrar a carreira no basquete, Oscar foi convidado a assumir a Secretaria de Esportes no governo de Celso Pitta, em 1997. Oscar não veio ao mundo para perder ou ser mais um. Ele tinha uma autoestima elevadíssima e acreditava que poderia chegar onde quisesse e aceitou ser preparado para a carreira política. Maluf acertou com Pitta e apostou também em Oscar. A especialista em construção de imagem, que foi responsável pela construção da carreira de Celso Pitta à Prefeitura de São Paulo, a jornalista e publicitária baiana Nádya Risocelly, foi convidada para preparar também Oscar Schmidt. Tanto tempo fora do Brasil, Oscar, enquanto aprendia o funcionamento dos Poderes da República, lidava com os bastidores da política como secretário de Esportes. O projeto inicial era ser deputado federal, mas Oscar pensava grande e, malufista, não resistiu ao convite de Paulo Maluf para ser candidato ao Senado pelo PPB, mesmo contra a indicação de Nádya Risocelly, que afirmava que o adversário era imbatível, o petista Eduardo Suplicy. Oscar foi bem votado, mas perdeu a eleição. O ídolo abatido não estava preparado para perder e nem para jogar o jogo político. Na política, não dependia só de sua garra e determinação. Talvez acreditasse que enterraria sua bela carreira no esporte e perderia o lugar que conquistou como atleta e o título de ídolo de todos os brasileiros, independentemente de ideologias políticas.
Palestrante renomado
Oscar Schmidt também se tornou um grande palestrante, um dos mais requisitados do país. Suas palestras motivacionais, falando de superação e liderança, eram disputadas por empresas em todo o país. Por onde passava, era cercado por uma admiração verdadeira, que estava no olhar e no sorriso de quem o encontrava.
Ruptura no limite I
Em discurso histórico na semana passada, o ministro Edson Fachin, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, foi na contramão de seus colegas políticos e assegurou a importância do Parlamento brasileiro investigar, por meio das CPIs, todas e quaisquer irregularidades de servidores públicos, inclusive os da Suprema Corte.
Ruptura no limite II
Durante seu discurso, o ministro Fachin citou a expressão histórica “ainda há juízes em Berlim”, que simboliza a confiança na independência do Poder Judiciário, mesmo diante de abusos de poder. A declaração foi um claro posicionamento a favor da independência dos poderes, que foi manchada pelas declarações de três de seus colegas citados no relatório do senador Alessandro Vieira. A posição de Fachin revela que nem tudo está perdido na relação entre os Três Poderes da República.
Senilidade aflorada I
No final de seu terceiro mandato, as gafes do presidente Lula nos cumprimentos aos anfitriões na Espanha revelaram muito mais do que se imagina para os observadores. Com grande experiência neste tipo de recepção, as gafes provam que Lula está cada dia mais senil. Nada diferente do esperado para a idade avançada. Apesar dos exercícios, seu declínio cognitivo é evidente e acelerado.
Senilidade aflorada II
Cada dia mais senil, Lula deixa a clara impressão de que dificilmente terá condições de terminar seu quarto mandato sem entregar para seu vice. Que seja Geraldo Alckmin então, para o bem do Brasil.
Reviravolta em Minas
Lula conseguiu o que muitos achavam extremamente difícil. Mesmo com o debilitado Pacheco, conseguiu assegurar um palanque na estratégica Minas Gerais. Apesar do palanque, a pedra no sapato dos petistas continua sendo o deputado Nikolas Ferreira. Já para a majoritária, o senador Cleitinho, líder disparado nas pesquisas, é quem irá decidir quem será eleito. Se desistir, deverá eleger o governador em exercício Mateus Simões com seu irmão de vice.
Rabo preso
Com muita culpa no cartório, o presidente do Congresso continua refém das ameaças que recebeu. Com medo, assiste aos ataques de ministros do Supremo aos seus colegas sem reagir à altura. Pelo visto, o presidente do Congresso pouco se assemelha aos seus irmãos de fé, que foram ensinados pela lei a não temer e fazer o que é correto e necessário sempre. Pior para o Brasil.
Guerra na imprensa
Após revelar os milhões recebidos pelo Metrópoles, o Estadão sofreu diversos ataques da máquina de notícias comandada por Luiz Estevão. Nesta guerra, só haverá perdedores, pois há muito tempo a mídia tradicional vive de ameaças e acordos ocultos.
Bruxo
De um entendido da vibe espiritual: “Lula está com uma energia muito ruim!”. Se fosse ele, vazava. Nem banho de descarrego resolve!
Se vencer
A narrativa do Partido dos Trabalhadores agora é convencer o eleitor de que a culpa da inflação é da guerra no Oriente Médio.