“Quebrou os pratos”

Lula definitivamente “quebrou os pratos”. Não marcou presença nas feiras agropecuárias de Uberaba e nem em Ribeirão Preto. Tem medo de protestos e vaias. O cenário está tão ruim que, daqui a pouco, vai ser hostilizado até no Palácio da Alvorada.

Alckmin

Causou surpresa a declaração do vice-presidente em Ribeirão Preto — onde foi representando a Sua Excelência, “O Calango” — anunciando uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para compra de maquinários. Não explicou nem como, nem por que. Encheção de linguiça pura. A emenda ficou pior que o soneto.

Economia

O mercado está espantado com a inação do governo federal perante a crise mundial que o mundo passa. Várias medidas estão sendo tomadas com relação ao aumento dos preços dos combustíveis, redução da oferta, utilização de estoques de reserva e outras mais, atingindo boa parte do mundo. Enquanto isso, o Brasil parece uma ilha de fantasia, com as massivas propagandas do “Goebbels Tupiniquim”, Sidônio Palmeira, como se vivêssemos no mundo de “Alice no País das Maravilhas”. A conta vai chegar rápido!

Magda

Não é a saudosa e bonita Magda Cotrofe, mas a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, que vem recebendo muitas críticas de investidores sobre as “derrapadas” na gestão da atual política de combustíveis. Parece que desaprendeu tudo que viveu, inclusive como dirigente da ANP e na própria companhia. Os mais irônicos dizem que sentem saudades dos tempos de José Dutra, Gabrielli e Graça Foster. A que ponto chegamos?

O Silêncio do PT na Bahia

É ensurdecedor o silêncio do governo petista na Bahia. São diversos os escândalos: caos generalizado na segurança pública, como os rumorosos casos dos três trabalhadores técnicos de internet; policiais sendo assassinados; fuga de detentos no município de Eunápolis, implicando o MDB da Bahia, que apoia esse governo; e o caso das flores de R$ 11 milhões, que não houve nenhuma explicação e muito menos afastamento de envolvidos. Enfim, uma insegurança que se alastra por todo o estado. É um verdadeiro caso de Silêncio dos “Inocentes”.

Ajoelhou, tem que rezar

Em ano de campanha eleitoral, se vê de tudo, inclusive o presidente Lula e a primeira-dama Janja rezando na Igreja Católica à espera de um milagre. Vamos aguardar as próximas rezas, porque em ano eleitoral se vai do Candomblé a Maomé.

Globo

A Globo definitivamente aderiu ao projeto Lula 2026. Quem assiste ao canal acredita que vivemos no país das maravilhas. É incapaz de dar qualquer nota que mostre a realidade de um governo incompetente, comandado por um presidente senil. Até os problemas de saúde do Calango ela esconde. É a nossa Agência TASS da ex-União Soviética.

Expozebu

Além do sucesso no agronegócio, a exposição foi palco de consolidação da frente conservadora, especialmente representada por Zema e Caiado. Como antecipou este blog, Lula, se for para o segundo turno, perde para todos eles. A Nação agradece!

O Efeito Coronel

Com o lema “Política de Resultado”, o senador Ângelo Coronel se destaca como o maior ativo da campanha para governador de ACM Neto. O senador da República tem carisma, inteligência política e competência para desequilibrar o jogo deste ano e o efeito já é sentido em todo o Estado. Coronel tem a impressionante marca de ter ajudado 406 municípios dos 417, e promete que até o final do seu mandato já terá ajudado todos os municípios baianos. É o verdadeiro fenômeno da atual política. Provou este fato no último final de semana, conversando e reunindo-se com inúmeros prefeitos baianos.

Dupla baiana vai defender na CCJ do Senado o candidato ao STF

Amanhã, os senadores da Bahia Otto Alencar, do PSD, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e Jaques Wagner, do PT, serão os dois padrinhos para levar Jorge Messias — que é pernambucano, mas foi revelado na Bahia — ao STF. Será uma prova de fogo, já que Lula hoje não tem maioria no Congresso Nacional.

Eleições 2026 I

O próximo pleito eleitoral poderá reduzir drasticamente o número de partidos. A operação das maiores agremiações, aproximadamente cinco, é bruta e implacável. A ordem é dizimar os partidos médios e pequenos, aumentando, ainda mais, os fundos partidário e eleitoral do PL, PT, PP, PSD e UP. Só para se ter ideia do que isso representa, existem partidos cuja receita ultrapassa R$ 1 bilhão. Tudo dinheiro público. Isso que o discurso de financiamento público foi aprovado no Congresso com a justificativa de garantir maior competitividade às candidaturas. É o contrário!

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