Não causou surpresa em Mato Grosso do Sul a lembrança por seu eleitorado do nome do ex-senador Delcídio do Amaral. Culto e bem preparado política e administrativamente, foi um dos melhores quadros do Congresso Nacional. Afastado há algum tempo, acaba de ser surpreendido, porque, na mais recente pesquisa eleitoral, seu nome voltou a ser lembrado com um percentual que o anima a voltar à política. Ele merece.
Irmão da primeira-dama de banqueiro baiano é alvo da PF
Entre os 17 membros que a Polícia Federal procurou ontem está Fábio Péres, irmão de Flávia Péres, a esposa de Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master na Bahia.
Além do STF, atual diretor da PF agora tem novo adversário: o Congresso
As mais recentes ações da Polícia Federal, visando principalmente aos inimigos do governo Lula, estão revoltando o Congresso Nacional. Ontem, o que se falava é que o atual diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, se a oposição ganhar a eleição, será o primeiro a entrar na compulsória.
Mais da metade da população brasileira não acredita na imprensa do país
Foi esse o resultado da mais recente pesquisa feita por uma organização especializada. O fato alegrou a classe política em Brasília, já que 52% dos brasileiros não acreditam no que divulga a nossa imprensa. Os políticos estão adorando.
Aliados de Lula não serão reeleitos
Gleisi Hoffmann no Paraná, Randolfe Rodrigues no Amapá (este, aliás, com a maior taxa de rejeição do estado), e Rodrigo Pacheco em Minas Gerais são alguns dos candidatos de Lula que não voltarão ao Senado Federal. Na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias não tem chance nenhuma de voltar à Casa.
Banqueiro baiano tem os bens colocados em indisponibilidade pelo Ministério Público
O baiano Augusto Lima, que presidiu o Banco Master na Bahia, teve agora todos os seus bens colocados em indisponibilidade pelo Ministério Público.
A verdade aparece
O Banco Central apurou que o baiano Augusto Lima ainda atuava como administrador de fato do Banco Master doze meses antes da liquidação extrajudicial da instituição em novembro do ano passado. Como resultado da apuração, o Banco Central comunicou na última terça-feira a indisponibilidade de bens de Guga Lima. Com a decisão, o baiano será corresponsável pelo prejuízo bilionário deixado pelo conglomerado que administrou.
Limbo em comum
O desgoverno Lula III conseguiu praticamente o impossível: paralisar decisões importantes no STF, na CVM e no Banco Central. Sem moral e muito menos credibilidade, Lula não consegue indicar nem aprovar nomes respeitados para cargos importantes nessas instituições.
Limbo em comum II
Enquanto instituições importantes estão travadas pela falta de quórum, a criminalidade avança. No mercado de capitais, sem a atuação da CVM, corretoras e gestoras de segunda linha deitam e rolam, já que a fiscalização é para inglês ver.
No jantar do PT em Brasília, o menu foi franco-italiano e o vinho foi o melhor francês
Na noite da última segunda-feira, o PT reuniu a sua cúpula em Brasília. Foram arrecadados R$ 2 milhões, com ingressos que começaram em R$ 1 mil e terminaram em R$ 50 mil. Lula não foi. A maioria dos presentes era do serviço público, portanto não teve problema de grana.
Não faltaram xingamentos, muito menos ofensas
Em sua maioria, os presentes eram dirigentes de estatais que o PT sempre entrega. Ocorre que, depois do belo vinho francês, os xingamentos foram vários. O ex-presidente de uma empresa estatal Jorge Viana, depois de várias taças de vinho, não poupou o Congresso Nacional. Chamou os seus integrantes de energúmenos e outros termos impublicáveis. Outros também foram cruéis com os congressistas. O curioso é que a maioria ou foi ou quer ser político, como, por exemplo, Jorge Viana, que agora é candidato ao Senado pelo seu estado, o Acre.
Presidente do União Brasil tem grave denúncia publicada
Antônio de Rueda, presidente nacional do União Brasil, está sendo acusado como proprietário de cinco aviões a jato, e o mais grave: esses aparelhos têm sido alugados pelo PCC. Até agora o presidente do União Brasil não respondeu. A executiva nacional do partido quer se reunir para exigir que ele se explique ou se afaste do cargo.