Vale tudo

Mais uma vez o governo foi derrotado no Congresso. Agora, na liberação de benefícios e doações no período pré-eleitoral. Lula perdeu completamente o controle das pautas parlamentares e a desorganização na sua gestão se tornou sua marca registrada, demonstrando total incapacidade de comando. Parece cada vez mais com o governo Biden.

Consequências

Essas votações conduzidas por Davi Alcolumbre trarão consequências fiscais e políticas graves. Sob o ponto de vista fiscal, o estrago é considerável. Sobre a campanha eleitoral, já desbalanceada pela supremacia dos cinco maiores partidos com recursos fartos, os “grandões” saem mais fortalecidos ainda. Um verdadeiro descalabro.

ENEL

Parece que a distribuidora italiana deu a volta por cima em São Paulo. Não se fala mais nada sobre a renovação de sua concessão, mesmo com as frequentes barbeiragens da companhia. Mais uma “arte” do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. O homem está em todas. Virou o tesoureiro informal da campanha de 2026.

Coringa

Confirmando a sua capacidade de “bater nas 11”, até Vorcaro o recebia frequentemente em sua mansão de Brasília. O que o “Xandão” das Minas e Energia negou peremptoriamente claro.

Josué 

Com a desistência do senador Pacheco, mais uma vacilada do PT, agora, em Minas Gerais, surge como candidato ao governo do estado o nome do empresário Josué Alencar, filho de José Alencar, ex-vice de Lula. Arrogante, prepotente e individualista, a fama dele na FIESP, que presidiu, é a pior possível. Muito diferente do velho pai. A conferir.

Um baiano firma-se na política com sucesso no Brasil

O médico baiano Cândido Vaccarezza, nascido na cidade de Feira de Santana, que construiu uma carreira brilhante e também científica em São Paulo, está voltando à política. No PT, chegou a ser líder da então presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Depois, resolveu ficar só como médico, mas agora assumiu a presidência regional da Democracia Cristã e deve comandar a campanha do ex-presidente do STF Joaquim Barbosa à sucessão presidencial.

Seletividade Master I

Gabriel Galípolo entrará para a história como o presidente do Banco Central que mais liquidou instituições financeiras. Com pelo menos treze liquidações em curso, já faltam liquidantes, geralmente servidores aposentados do Banco Central, para as demoradas jornadas de liquidação.

Seletividade Master II

Após o término do prazo para as instituições financeiras entregarem os balanços de 2025, o trabalho da equipe de fiscalização do Banco Central, comandada pelo baiano Ailton de Aquino, dobrou. Em dois casos, que continuam em destaque na grande mídia nacional, as liquidações só não saíram ainda por questões políticas, contradizendo as declarações de isenção de Gabriel Galípolo em sua última sessão na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Na prática, quem ainda manda no Banco Central é o presidente da República. A autonomia, que só existe no papel, é para inglês ver.

CVM sai da UTI

Finalmente, dois diretores foram sabatinados pelo Senado esta semana para duas das três posições abertas na Comissão de Valores Mobiliários desde o final de 2025. Desde então, decisões de casos extremamente importantes estavam pendentes por falta de quórum. Com a sabatina e a decisão do STF, que garantiu recursos para a autarquia antes retidos pelo Tesouro Nacional, a expectativa é que a CVM, que regula o mercado de capitais brasileiro, volte a fiscalizar e punir infratores com mais agilidade, pois a fila de processos aumentou abruptamente nos últimos meses.

Crise financeira na Bahia é tão grave que a baiana do acarajé mais famoso acaba de encerrar sua barraca

A baiana Cira imortalizou o seu acarajé na Bahia. Vendia em Itapuã, mas agora encerrou sua barraca. A crise é violenta. Cira vai ficar apenas com a sua barraca do Largo da Mariquita, no Rio Vermelho.

Simone Tebet l

A ex-ministra Simone Tebet transformou-se agora no “arauto” da esquerda. Fala que Lula é o maior presidente da história do Brasil e que Fernando Haddad será governador de lavada em São Paulo. Quem não te conhece, que te compre. Não custa lembrar que Simone pertencia a um grupo político de Mato Grosso do Sul ultraconservador e retrógrado, responsável pelo atraso e desilusão de toda uma gente que sonhava com um futuro progressista e cidadão em seu estado natal. Carreirista desde o início de sua vida política, cumpriu oito anos de um mandato medíocre e distante do seu povo. Sua rejeição era tamanha que não conseguiria se eleger nem para síndica de prédio.

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