Separação de Gisele Bündchen do maior astro do futebol americano foi fatal para seu declínio

Gisele Bündchen agora é garota-propaganda de vários estabelecimentos comerciais e bancários. Depois que se separou de Tom Brady, o bilionário estadunidense, maior jogador de futebol americano, o declínio começou. Para agravar a situação dela, foi vista desfilando semana passada em uma lancha com a filha de Donald Trump. Como se vê, enquanto nomes consagrados da sétima arte estão se afastando do presidente norte-americano, Gisele, pelo contrário, é amiga da filha do presidente e, consequentemente, da família Trump. Uma pena. Também pudera, é gaúcha, tchê. 

Fux contradiz seu passado e mergulha para as trevas da história

Ao divergir de todo o Supremo Tribunal Federal no julgamento das ações contra Jair Bolsonaro, Luiz Fux contradiz sua trajetória. O ministro, antes reconhecido como juiz austero e rigoroso, agora nega seu passado para se isolar numa posição que apenas fragiliza sua imagem. Ao optar por um discurso dissonante, Fux não atinge o tribunal, mas se apaga moralmente diante da sociedade, rompendo com a história que ele mesmo construiu. Seu nome para sempre estará escrito nas páginas enlameadas da história.

O ano é 2027

O quadro fiscal brasileiro é uma bomba relógio. Todos sabem, do Lula ao Bolsonaro. E quando implode? O orçamento de 2026 foi aprovado e joga, para 2027, as duras conclusões da lógica: A arrecadação não cobrirá as despesas obrigatórias e encargos com juros, se nada for feito. O Brasil cai em dominância fiscal, que significa: não importa onde se coloque a taxa SELIC. O mercado não irá acreditar na autoridade do Banco Central, não comprará dívida, não financiará o governo e não existirá política monetária. A saída será o autofinanciamento, que imprime cada real a mais, fazendo desvalorizar cada real que já está no bolso de cada brasileiro. O fiscal vai nos matar em dois anos, e parafraseando Simone Tebet, que não é oposição, é composição — ministra do Planejamento do atual governo —, em quase uma confissão: “Estamos prestes a enfrentar uma das maiores crises dos últimos tempos em 2027”. O próprio governo sabe do tamanho da crise, e sabe, portanto, que algo deverá ser feito. Arrocho da previdência e do salário mínimo, contenção cavalar de gastos correntes. Todo o oposto da agenda do Lula.

Do Guardanapo ao Lenço: o rastro de um rompimento explosivo nos bastidores do poder

Se, no passado, uma simples fotografia com guardanapos na cabeça derrubou nomes influentes da política, agora o estopim pode ser ainda mais devastador. A crise atual tem como protagonista um personagem até então discreto, um excluído, atacado e abandonado, que acumulou provas, memórias e ressentimentos. Sua reação não nasce do nada: além de ter sido afastado, foi covardemente atacado e deixado à própria sorte em um dos momentos mais difíceis de sua vida. Esse ex-aliado, que transitava livremente pelos corredores do poder, detém um arsenal de documentos e informações: de notas fiscais a conversas comprometedoras, passando por detalhes de negócios de bastidores. Ele não apenas ouvia — e fingia não ouvir — como também articulava e participava de tratativas controversas. Pagava contas, assumia compromissos e acompanhava de perto negociações sensíveis. O alvo de sua fúria agora é duplo: um poderoso secretário e o mandatário atual. Segundo apuração, a briga que deflagrou o rompimento tem a mesma raiz que ameaça corroer este governo: a palavra dada e não cumprida. Soma-se a isso a falta de liderança do atual chefe do Executivo, que, em vez de acolher e dialogar, preferiu a omissão — e deixou crescer um ressentimento que agora transborda. Onde acaba o diálogo, começa a guerra — e esta promete não poupar ninguém.

Bahia pode fazer história com a eleição do primeiro baiano para presidir a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Na próxima semana, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica viverá um momento histórico. Pela primeira vez, a Bahia terá a oportunidade de ver um conterrâneo disputar o comando da maior entidade da especialidade no mundo. O cirurgião Marcelo Sampaio, formado pela UFBA e hoje radicado em São Paulo, onde brilha como um dos mais conceituados nomes da cirurgia plástica nacional, atuando no Hospital Sírio-Libanês, é candidato e carrega consigo o sonho e o orgulho de toda a comunidade médica baiana. Se eleito, escreverá uma página inédita na história da medicina, projetando a Bahia para o mais alto patamar do cenário internacional.

E o Brasil? 

O Brasil é um país atrasado em relação à China, sob quase todas as óticas, a não ser nas questões de Direitos Humanos, Liberdade Política e de Expressão. Campos esses que não fazem falta ao chinês médio, moldado por uma cultura milenar confucionista, que demanda uma autoridade social. Enfim, o chinês é melhor em poder de compra, em longevidade, em escolaridade, infraestrutura, indústria, valor agregado e pesquisa. Não somente: O caminho tomado pelos outros países da Ásia mostra que o Brasil deixou de ser o país do futuro há muito tempo. A expectativa de que o Brasil possa se beneficiar com a guerra comercial, revertendo esse atraso, não faz sentido. O país até exportará mais produtos agrícolas para a China, mas a venda dessas commodities para outros mercados diminuirá, por conta de sua demanda inelástica, mas, ok, dêmos o benefício da dúvida ao Brasil. Meramente setorial.

E a indústria? 

As exportações brasileiras aos EUA não aumentarão, pois o Brasil não tem capacidade de prover os mesmos produtos ofertados pela China, como bens tecnológicos e produtos eletrônicos. Mesmo que as fábricas chinesas queiram migrar, serão retidas pelo alto custo de estrutura e mão de obra. O Brasil sequer tem mão de obra qualificada, a base industrial robusta com fábricas modernas e dezenas de robôs, tecnologia e pesquisa de ponta, logística avançada, ferrovias modernas e disseminadas, rodovias bem pavimentadas e nem mesmo ampla capacidade portuária e aeroportuária. A infraestrutura brasileira sequer existe quando comparada com a da China. Não há condições de se fazer emergir, aqui, a solução para a demanda global. O discurso de o Brasil se beneficiar, estruturalmente, com a guerra comercial é, portanto, vazio.

País do futuro?

É verdade que em outros contextos históricos o Brasil se beneficiou da indústria externa, que saiu de uma Europa em guerra e se instalou na vida urbana recém-inaugurada por aqui no início do século XX, mas tal processo só foi possível por uma reorganização externa que se casou com uma confluência interna: O Brasil fez um projeto de si, se urbanizou, modernizou sua malha, suas leis, sua estrutura e se envolveu com as demandas modernas do século XX. Nada disso é verdade agora. A infraestrutura, salvo algumas melhoras pontuais, não difere de 20 anos atrás. Os níveis de educação e qualificação pararam no tempo há 40 anos. As leis que regem o trabalho são as mesmas da década de 50. O robusto campo industrial não prosperou, definhou: o Brasil está em espiral negativa de desindustrialização desde a década de 80, fenômeno que o deixa, já de largada, em desvantagem comparativa com relação a profissionais qualificados, bens modernos e capacidade de pesquisa. Esses campos andaram a passos lentos por aqui nas últimas décadas. Stephan Zweig, escritor austríaco que fugiu do holocausto para o Brasil nos anos 30, escreveu que aqui seria o “País do futuro”. O futuro de Zweig já é passado há pelo menos 50 anos. Os brasileiros são os únicos que ainda não sabem. Não há alternativa para o mundo hoje fora da Ásia.

O ano é 2027

O quadro fiscal brasileiro é uma bomba relógio. Todos sabem, do Lula ao Bolsonaro. E quando implode? O orçamento de 2026 foi aprovado e joga, para 2027, as duras conclusões da lógica: A arrecadação não cobrirá as despesas obrigatórias e encargos com juros, se nada for feito. O Brasil cai em dominância fiscal, que significa: não importa onde se coloque a taxa SELIC. O mercado não irá acreditar na autoridade do Banco Central, não comprará dívida, não financiará o governo e não existirá política monetária. A saída será o autofinanciamento, que imprime cada real a mais, fazendo desvalorizar cada real que já está no bolso de cada brasileiro. O fiscal vai nos matar em dois anos, e parafraseando Simone Tebet, que não é oposição, é composição — ministra do Planejamento do atual governo —, em quase uma confissão: “Estamos prestes a enfrentar uma das maiores crises dos últimos tempos em 2027”. O próprio governo sabe do tamanho da crise, e sabe, portanto, que algo deverá ser feito. Arrocho da previdência e do salário mínimo, contenção cavalar de gastos correntes. Todo o oposto da agenda do Lula.

Lula, para chegar a 2027, precisa atravessar 2026

Vem eleições, e o Lula tem três cenários pela frente:

– Não se candidatar e blindar a sua biografia;

– Se candidatar e vencer, e ter que lidar com a contenção fiscal;

– Se candidatar e perder, e encerrar sua carreira política com uma derrota;

Se se candidatar, perde. Mesmo que vença. A estratégia que melhor garante a sustentabilidade, não do Lula, mas do seu projeto, quem quer que seja seu herdeiro, é abdicar da própria candidatura e deixar a centro-direita desarmar a bomba fiscal e colher os prejuízos eleitoreiros dessa agenda. Tal como Temer, que chegou a 2018 com 2% de popularidade. Presidentes não caem por rejeição. Caem pela economia. Collor em 1992. Dilma em 2016. João Figueiredo em 1985. Risco pior que trair a própria agenda é ignorar o tamanho do problema. A saída de cena na hora certa evita ambos os riscos. Lula sempre fala que será candidato, mas condiciona à sua boa saúde. Plantou a própria válvula de escape. Talvez nem mesmo ele saiba ainda, é tentadora a permanência no poder, mas ele sabe fazer cálculos. Dois mil e vinte e sete será o primeiro ano de mandato do próximo presidente, e, em todos os aspectos, nos lembrará 2015. Não será um ano fácil. Talvez, não seja em todos os aspectos. Talvez algo positivo fique, que não havia lá em 2015: perspectiva.

Todos os textos acima são de um jovem e bem-sucedido advogado dos meios jurídicos de Brasília, Daniel Camargo.

Do Guardanapo ao Lenço: o rastro de um rompimento explosivo nos bastidores do poder

Se, no passado, uma simples fotografia com guardanapos na cabeça derrubou nomes influentes da política, agora o estopim pode ser ainda mais devastador. A crise atual tem como protagonista um personagem até então discreto, um excluído, atacado e abandonado, que acumulou provas, memórias e ressentimentos. Sua reação não nasce do nada: além de ter sido afastado, foi covardemente atacado e deixado à própria sorte em um dos momentos mais difíceis de sua vida. Esse ex-aliado, que transitava livremente pelos corredores do poder, detém um arsenal de documentos e informações: de notas fiscais a conversas comprometedoras, passando por detalhes de negócios de bastidores. Ele não apenas ouvia — e fingia não ouvir — como também articulava e participava de tratativas controversas. Pagava contas, assumia compromissos e acompanhava de perto negociações sensíveis. O alvo de sua fúria agora é duplo: um poderoso secretário e o mandatário atual. Segundo apuração, a briga que deflagrou o rompimento tem a mesma raiz que ameaça corroer este governo: a palavra dada e não cumprida. Soma-se a isso a falta de liderança do atual chefe do Executivo, que, em vez de acolher e dialogar, preferiu a omissão — e deixou crescer um ressentimento que agora transborda. Onde acaba o diálogo, começa a guerra — e esta promete não poupar ninguém.

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