Lula volta para dar força

Lula vai voltar à Bahia e, com isso, mais uma vez, alegrar seu povo nordestino, já que não adianta Bolsonaro e Michelle desejarem encontros com evangélicos. Lula vai para as ruas. Eles não podem fazer isso no Nordeste, já que Bolsonaro afirmou que os nordestinos são analfabetos.

Falência do grupo Itapemirim é contestada

Dois grupos de credores entraram na justiça para tentar suspender a falência do grupo Itapemirim. Segundo eles, a decretação da falência determinada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, no mês passado, foi precipitada e será um impeditivo para a salvação da empresa. Ocorre que milhares de passageiros ainda não receberam o que pagaram. Como a justiça do Brasil é lenta, esse episódio, que é um verdadeiro crime contra a população, ainda vai demorar. 

Simone Tebet confirma ser hoje um nome feminino de maior prestígio da política nacional

A senadora Simone Tebet, do MDB do Mato Grosso do Sul, se dispôs a acompanhar Luiz Inácio Lula da Silva em agendas em São Paulo e outros estados onde ela teve uma excelente votação. Lula ficou impressionado no encontro que teve com ela, bem como Geraldo Alckmin e outros do comando do PT. Em caso de vitória de Lula, Simone Tebet vai escolher o ministério que quiser.

Em Brasília, não sobrou nenhum político envolvido com a corrupção

Ex-governadores, senadores, ex-vice-governadores e deputados federais, todos foram punidos pela justiça e pelas urnas. O homem mais rico do estado, o empresário Paulo Octávio, além de perder para o governo, teve também seu filho derrotado para a Câmara Federal. Brasília sofre com a pecha de ser o local preferido dos corruptos brasileiros.

Depois da eleição, PSDB quer purificar o partido

Tucanos históricos querem purificar a gaiola tucana depois da eleição do dia 30. O primeiro a ser “convidado” para deixar o partido será o atual governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, que depois de passar pelo PFL e pelo DEM, foi para o PSDB e levou o partido a sofrer a sua mais fragorosa derrota em toda sua história. Garcia deverá voltar ao colo do seu criador, Gilberto Kassab.

A comunidade LGBTQIA+ tem um deputado distrital mais votado em toda a história política de Brasília

O recordista de votos para a Câmara Legislativa do Distrito Federal é Fábio Felix, do PSOL. Extremamente culto e muito bem preparado politicamente, ele foi o mais votado em toda a história política de Brasília. Apesar de ser do PSOL, o seu nome já começa a merecer destaque para o governo do Distrito Federal.

Lula dá o tiro de misericórdia em Bolsonaro

Depois de atacar Lula inúmeras vezes, chamando-o de ladrão, de Al Capone e corrupto, Bolsonaro sofreu um golpe inesperado. A equipe de Lula colocou no ar o próprio Bolsonaro se autoincriminando falando que comeria carne humana. “Eu comeria um índio sem problema nenhum”. O episódio repercutiu como uma bomba, já que é o próprio Bolsonaro se incriminando, mas, profundamente irritado, recorreu à Justiça Eleitoral e, desde ontem, nas suas gravações de campanha, ele pega populares para taxar Lula de ladrão. O grande problema é que Lula, de maneira hábil, colocou o próprio Bolsonaro se incriminando e aí não tem jeito. Imagine agora quando os dois forem em debates de televisão, vai ser uma briga de cachorro grande com desfecho imprevisível.

Bolsonaro, o romeiro sem fé

Deu ruim a tentativa de Bolsonaro de usar o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, a maior festa católica do norte do país, em Belém do Pará, para fazer campanha eleitoral. A encrenca já começou dentro de casa. A primeira-dama, evangélica radical, cuja religião condena o uso de imagens religiosas, embora estivesse em Belém, recusou-se a comparecer. Michelle preferiu a companhia da também evangélica talibã Damares Alves. Se era para não comparecer ao evento, por que estava na comitiva presidencial?, indagaram internautas nas redes sociais. Assim como os demais, aproveitou para tirar uma casquinha da viagem: abusando dos cofres públicos, foi encontrar lideranças evangélicas e cabalar votos para o marido. Como se sabe, Bolsonaro perdeu para Lula no Pará.

Não foi convidado

Bolsonaro, enquanto presidente, nunca se interessou em comparecer à festa católica que homenageia “Nazinha”, como os romeiros, carinhosamente, se referem à santa. A três semanas do segundo turno das eleições, travestiu-se de católico praticante e foi também tirar sua casquinha no evento, que reúne mais de 2 milhões de pessoas. Começou aí sua segunda encrenca. Recebeu recados críticos de todos os lados. A Arquidiocese de Belém, em nota assinada pelo Arcebispo Dom Alberto Taveira Corrêa, advertiu não ter convidado o presidente e criticou qualquer uso político da festa. Uma ducha de água fria. O governador Helder Barbalho e o prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, também atacaram duramente a presença de Bolsonaro: “a fé não pode ser sequestrada por candidatura à presidência”, criticou o prefeito. E arrematou: “de um candidato que sequer é católico”. A imagem de evangélico colou em Bolsonaro, que, quando lhe convém, afirma ser católico.

Escreveu Círio com s, imagina que ele chama o nordestino de ignorante

O meme desse sábado nas redes sociais foi a gafe de Bolsonaro ao postar nas suas redes Círio com S. Há 200 anos se sabe que a festa é Círio com c, que significa vela longa, simbologia de luz, ser iluminado. Sírio com s é o cidadão que nasce na Síria. Ignorância sobre a origem da festa. Ignorância sobre a língua pátria.

Longe dos romeiros e dos católicos

O presidente teve que se contentar em ficar a bordo da Corveta da Marinha Garnier Sampaio, embarcação que levou a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré. Bolsonaro ficou isolado no Círio fluvial, acompanhado das deputadas federais Carla Zambelli e Bia Kicis, que também tiraram uma casquinha na viagem supostamente oficial para fazer turismo à custa do erário. Bolsonaro só deu bola fora. Enquanto estava em Belém, dentro de um navio, Lula era festejado em São Paulo, onde reuniu multidões.

Neto esnoba Bolsonaro e Roma

O candidato do União Brasil ao governo da Bahia, ACM Neto, que disputará o segundo turno das eleições com o ex-secretário estadual de Educação na Bahia, Jerônimo Rodrigues, decidiu manter distância de Bolsonaro e João Roma. Candidato ao governo da Bahia, derrotado no 1º turno, Roma acusou o golpe: “Não definir uma visão para o Brasil faz ele, ACM Neto, perder força, porque as pessoas buscam um líder que aponte caminhos”. A verdade é que Roma já conhece seu atual inimigo, já que foi dele amigo durante muitos anos. Neto bateu em Bolsonaro e bateu em Roma, a verdade é que, como diz um emedebista, Lula goza de enorme prestígio na Bahia capaz de conseguir 70% dos votos, ninguém é louco de enfrentar ele. 

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