E Michelle não ajuda

O curioso nessa história toda é que Michelle, em seu tour eleitoral pelo país, chora toda vez que menciona o episódio. Inconformada com os rumos tomados pela fala do marido, culpa o PT, “partido das trevas” e um “câncer” a ser extirpado. E chora. E chora. Bolsonaro, por iniciativa própria, diz que “pintou um clima” com meninas venezuelanas e a culpa é do PT, ora bolas! A histeria de Michelle é por causa de quê? A derrota iminente?

Crédito consignado no Auxílio Brasil complica

O crédito consignado a beneficiários do programa Auxílio Brasil liberado pelo Ministério da Cidadania desde o final de setembro já rendeu milhares de queixas. Só nos primeiros dias deste mês, o instituto de defesa do consumidor, Idec, realizou mapeamento em redes sociais e canais do YouTube e identificou milhares de reclamações de consumidores. Entre elas, algumas gravíssimas como assédio de bancos e vendas casadas. De fato, a contratação da modalidade de empréstimo representa grande risco. É importante que os contratantes do produto deverão continuar arcando com as parcelas mesmo se o Auxílio Brasil for interrompido a partir do ano que vem, como se espera. O consignado é uma porta de entrada para aumento dos níveis de endividamento em uma camada da população que já sofre severos problemas de renda. Não é sem razão que os maiores bancos privados do país têm optado por não oferecer o produto.

Novas pesquisas preocupam Bolsonaro

Tanto o Datafolha quanto o Ipec em suas pesquisas constatam um fato: Lula lidera para a sucessão presidencial no segundo turno. Os números são idênticos e não há crescimento do presidente Jair Bolsonaro.

No Senado não passa composição de CPI

No Senado, não há a menor possibilidade de se fazer CPI ou criar dificuldades para os institutos de pesquisa, principalmente os mais sérios. Bancos, grupos internacionais e sobretudo muitas empresas multinacionais usam as pesquisas do Datafolha para seus avanços e para os seus investimentos. Uma paralisação agora seria extremamente prejudicial para o Brasil.

Moro isolado

Mesmo sendo eleito pelo União Brasil, Sérgio Moro está em dificuldades para se colocar no partido. É que quase a maioria dos seus integrantes foi punida por ele quando juiz da Lava Jato. Com a aproximação de Moro com Bolsonaro, os punidos alegam que ele ficou sem condições morais de representar o partido no Senado para o qual foi eleito. O crucial é que o PL de Valdemar, que foi preso por Moro, não quer saber do ex-juiz. Com isso, ele fica no colo de Bolsonaro, o que se imagina é que, se Bolsonaro perder a eleição, para onde vai Sérgio Moro?

Tebet continua brilhando

Após participar, na última terça-feira à noite, de um belo jantar com PIB paulista defendendo a candidatura de Lula pela democracia, ontem, a musa das eleições foi a atração em Brasília desfilando na Praça do Povo no setor comercial sul com milhares de pessoas ao seu lado e o detalhe: integrantes do PT, do PSOL e de outros partidos que defendem a democracia. O crucial é que o MDB de Brasília ficou com Bolsonaro, o PSDB fez campanha dizendo que era neutro e agora já apoia Bolsonaro. A sorte é que ela é bem maior que todos os integrantes do MDB e do PSDB da capital federal e está provando. 

Neymar preocupa

Apesar da facilidade com que a justiça espanhola liberou o atacante Neymar no processo que a Receita Federal move contra ele e a família, ontem a noite não foi nada boa. Ele vai ter que pagar alguns milhões de euros e Neymar, ou o pai, pode ser punido. O fato está sendo mantido em absoluto sigilo, mas já chegou ao conhecimento da CBF. Se o pai de Neymar for encarcerado, isso terá grande influência sobre ele e nem pensar em Neymar sofrer punição.

E se fossem suas filhas, Michelle?

Michelle Bolsonaro se presta a qualquer papel para manter seu status quo de primeira-dama. Junto com sua inseparável amiga talibã Damares Alves, foi visitar — leia-se pressionar — as meninas venezuelanas que, involuntariamente, se transformaram no epicentro da campanha presidencial, ao serem equiparadas às prostitutas pelo presidente sem noção que hoje governa a nação. Mais preocupado em salvar sua reputação, uma vez que foi denunciado como pedófilo nos quatro cantos das redes sociais, Bolsonaro mandou suas emissárias para tentar contornar os danos à sua imagem, o chamado “tirando o corpo fora”. Em nenhum momento, nem ele, nem Michelle, nem Damares, pensaram nas adolescentes, já super expostas depois dos comentários de cunho machista e sexual do presidente. E se fosse com as filhas de Michelle, Laura e Letícia? Ela colocaria acima da maternidade e da responsabilidade as benesses e as mordomias palacianas que lhe proporcionam o status de primeira-dama? Fica a pergunta que não quer calar para milhões de mulheres brasileiras.

Bola Preta

De uns tempos para cá uma panela simbólica foi destampada no Brasil, liberando o que a sociedade brasileira tem de pior. Temos a impressão de que é impossível recolocar essa tampa, tal é a quantidade de eventos que nos apequenam e envergonham. Nesse caldo de cultura que, sejamos justos, se espraia por todo território nacional, o Rio Grande do Sul, aparece vez por outra com muito destaque. Os ataques racistas sofridos pelo cantor e compositor Seu Jorge em Porto Alegre mostram uma face conhecida e, infelizmente, recorrente do estado. O Rio Grande sempre foi conservador. Não custa lembrar que forneceu três dos cinco presidentes da ditadura militar (1964-1985), Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici e Ernesto Geisel. Foi no Rio Grande onde o partido fiel aos ditadores, a ARENA, conquistou algumas das suas maiores vitórias. A nossa ditadura tinha eleições de “fachada” para não chocar aliados do primeiro mundo. Mas racismo explícito da forma que se viu no Clube Náutico União, definitivamente, é novidade. Seria mais simples convidar um daqueles sertanejos que foram ao Planalto prestar homenagens ao candidato, que não esconde o seu racismo.

Bomba – Geddel solta o verbo contra o anão, o irmão do prefeito poste e Lucas Cardoso I

Na última segunda-feira, 17/10, o portal bnews realizou uma entrevista com Geddel Vieira Lima, que tratou de diversos assuntos, entre eles o da eleição para governador da Bahia. Segundo Geddel, com a derrota nas eleições, o futuro de ACM Neto vai ficar difícil, pois terá que disputar poder na prefeitura com o irmão do prefeito poste, o advogado Michel Reis, e com Lucas Cardoso, ex-cunhado de ACM Neto que, segundo Geddel, divide com Michel o poder e as áreas de influência na prefeitura de Salvador.

Bomba – Geddel solta o verbo contra o anão, o irmão do prefeito poste e Lucas Cardoso II

Perguntado sobre a possibilidade de briga entre ACM Neto e o prefeito poste, Geddel disse que a briga tem grandes chances de acontecer, pois seria subserviência demais do poste não disputar a reeleição para dar espaço a ACM Neto, e a briga entre Michel Reis e Lucas Cardoso sairia pena pra tudo quanto é lado por conta da disputa de poder. Segundo Geddel, com a derrota nas eleições, ACM Neto não teria espaço em lugar nenhum, e se ele ficar quatro anos tomando conta de suas empresas, o futuro político dele deixaria de existir, por isso, o natural é que ele vá procurar apito na prefeitura de Salvador. 

Bomba – Geddel solta o verbo contra o anão, o irmão do prefeito poste e Lucas Cardoso III

E por falar em empresas de ACM Neto, o que se sabe nos bastidores da política é que ele tem pretensões de criar uma grande empresa como a OAS e a Odebrecht, com seus Menudos, entre eles Lucas Cardoso, para realizar o sonho do anão, de ganhar mais e mais dinheiro. Apenas o anão tem que ficar ligado, pois Geddel já mandou recado que sabe de muita coisa de Neto, inclusive envolvendo ex-Odebrecht que resolvia a vida do “menino”, e isso pode acabar de vez com os sonhos do anão e até colocá-lo na cadeia.

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