A esperada ampliação do Hospital Aliança, adquirido pela Rede D’Or, deveria transformá-lo em uma das exclusivas unidades de alto luxo do grupo, as chamadas unidades Star. Contudo, a recente decisão da Rede de não seguir com esse plano na Bahia acendeu preocupações. Diferente de Pernambuco, que receberá a única unidade Star do Nordeste, em Recife, a Bahia ficou de fora dessa estratégia de expansão premium. A escolha representa um revés significativo para o legado do fundador Paulo Sérgio Tourinho, que dedicou sua trajetória para elevar o Aliança como uma referência de excelência nacional.
Quem quiser que acredite em Bolsonaro
No 1º turno, ele declarou que Ricardo Nunes “não seria o candidato ideal”. Agora, participa de um almoço que 400 empresários ofereceram numa churrascaria em São Paulo para o atual prefeito do MDB, que é candidato à reeleição. Assim mesmo, diz que vai trabalhar com restrição.
Silveira quer extinção da Aneel
O ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, quer a extinção da Aneel. Já comunicou o fato ao presidente Lula que está no assunto.
Pedida a cabeça de João Roma
A situação na Bahia expõe uma fragilidade na estrutura política e na capacidade de articulação do PL sob a liderança de João Roma, agravada pela atuação de deputados estaduais como Vítor Azevedo e Raimundinho da JR, que têm se alinhado com a base do PT no governo estadual, mesmo sendo de um partido que se coloca como oposição ao governo federal do PT. Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, que já demonstrou uma postura rígida ao expulsar o deputado Júnior Mano por apoiar o PT em Fortaleza, deveria, em tese, tomar medidas semelhantes em relação aos parlamentares baianos e à liderança de João Roma.
A postura que Valdemar Costa Neto deve adotar pode incluir:
1. Reavaliação da liderança de João Roma: Diante do desempenho eleitoral fraco do PL na Bahia (não tendo conseguido eleger prefeitos e poucos vereadores), Valdemar poderia considerar substituir Roma como dirigente do partido no estado. A liderança de João Roma tem mostrado falta de capacidade para fortalecer a sigla e formar alianças estratégicas, o que é crucial para o crescimento do partido em um estado onde o PT tem grande influência.
2. Disciplina interna: Valdemar poderia seguir o mesmo padrão aplicado ao deputado Júnior Mano, exigindo que os deputados estaduais baianos alinhados com o PT (como Vítor Azevedo e Raimundinho da JR) sigam a linha partidária ou enfrentem medidas disciplinares, como advertências ou até mesmo expulsão. O apoio desses parlamentares ao governo estadual do PT enfraquece o posicionamento do PL como oposição e gera inconsistência interna.
3. Fortalecimento da oposição ao PT: O PL, sob a liderança de Valdemar, precisaria reforçar o discurso e a atuação de oposição ao PT na Bahia, tanto para alinhar as ações dos parlamentares estaduais quanto para preparar o partido para futuras eleições, buscando expandir sua presença e competitividade no estado.
4. Reestruturação das alianças locais: Além de medidas corretivas internas, Valdemar Costa Neto poderia buscar reorganizar as alianças municipais e regionais na Bahia, estabelecendo uma rede de apoio mais forte e alinhada ideologicamente ao PL, para melhorar o desempenho do partido nas próximas eleições.
Em suma, a falta de desempenho eleitoral e a inconsistência de alianças na Bahia indicam que Valdemar Costa Neto precisa tomar medidas firmes para realinhar o partido no estado e reforçar sua presença política, seja com a troca de lideranças ou com uma política disciplinar mais rígida.
PCC com sotaque
São poucas as marcas brasileiras que conseguiram atravessar fronteiras. Na música, Bossa Nova é uma delas. Pelé nos esportes. Embraer no setor de aviação. Hummm… tá ficando difícil. Não se avexe, não. As três letras do crime organizado brasileiro já estão sendo pronunciadas com sotaque americano: “pi, ci, ci”.
Sob a mira do FBI
O PCC desembarcou ao sul da Costa Leste americana. A Flórida é o estado e Miami a cidade onde os criminosos made in Brazil começam a operar. Enfrentam concorrência acirrada de máfias das mais diversas nacionalidades: cubana, mexicana, italiana, chinesa, russa, haitiana e a nativa. Não terão vida fácil. Bem mais eficiente e rigoroso que a PF, o FBI já está de olho na exportação brasileira.
Sem audiência de custódia
Não pense o PCC que vai ficar de graça atear fogo em ônibus no solo americano, como tem acontecido ultimamente no Brasil. Depois de Salvador, Florianópolis surge como a bola da vez para as práticas incendiárias das facções criminosas brasileiras. Nos Estados Unidos, bandido vai pra cadeia e mofa lá. Não tem audiência de custódia para os infratores da lei.
Sintoma de decadência
São cíclicos os períodos de decadência da Bahia. O atual parece não ter fim. A decisão do Grupo D’Or de não instalar o Star, sua marca premium de hospitais, em Salvador é mais um sintoma do declínio econômico baiano. A empresa não conseguiu viabilizar o projeto por falta de convênios com planos de saúde que reunissem pacientes capazes de arcar com os altos custos do padrão de serviço.
McDonald’s distribui nota oficial: não tem candidato
A rede McDonald ‘s distribuiu nota oficial informando não ter candidato à sucessão presidencial nos Estados Unidos, tudo em razão do golpe de Donald Trump, que disse que era funcionário da empresa. A nota oficial do McDonald ‘s termina dizendo que a empresa não é azul nem vermelha e sim dourada.
Ele preferiu a Bahia a ser Nobel de medicina
O cientista baiano Elsimar Coutinho, que brilhou para todo o mundo, ouviu de um premiado médico mundial a seguinte frase: “Se o senhor fosse para a França ou os Estados Unidos, o senhor hoje teria ganho o prêmio Nobel de medicina”. O brilhante cientista baiano continuou na Bahia e jamais será esquecido. Neste momento as suas descobertas no campo da fertilização já estão em todo o mundo, e não serão interesses escusos de empresas internacionais que vão interferir nos milhões de benefícios que o brilhante Elsimar Coutinho produziu para o mundo.
