O vitorioso e bem-sucedido advogado Antônio Carlos, o famoso Kakay, revelou ontem que o governador de São Paulo cometeu dois crimes quando insinuou que o deputado federal e ex-candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, estaria aliado ao PCC. Kakay mais adiante citou que é quase igual ao crime que cometeu o ex-presidente Bolsonaro quando ficou inelegível por usar o poder e dele tirar proveito
Tacho raspado
A campanha eleitoral raspou o tacho. Ficaram no passado as finanças superavitárias da prefeitura de Salvador. Na falta de “dindim”, a solução é o arrocho tributário. Dessa vez o sorteado para pagar a conta municipal é o setor hospitalar. A prefeitura já mandou à Câmara dos Vereadores proposta em que dobra a alíquota de ISS para os hospitais de 2% para 4%. O Grupo D’Or já manifestou arrependimento pelos investimentos na capital baiana e suspendeu novas inversões. A tendência agora é de desinvestimento de um segmento intensivo em mão de obra em uma cidade campeã de desemprego.
Faltam 4 dias para a decisão nos EUA
Será na terça-feira a eleição para presidente dos Estados Unidos. A luta entre a democrata Kamala Harris e o republicano Donald Trump continua firme. Os americanos ouviram mais uma declaração de Trump que arrepiou o país. Ele afirmou que o estrangeiro que matar um cidadão americano, ele, Trump, vai decretar pena de morte. Pode?
Azul fecha acordo de US$500 milhões com seus credores
Os recursos serão usados para pagar dívidas com credores e outros fornecedores, além de reforçar o caixa da empresa. As ações ontem já subiram.
Jogada de marketing
Será que os advogados baianos vão se impressionar com o resultado de uma recente pesquisa sobre as próximas eleições da OAB-Bahia, feita pelo mesmo instituto que apontou a vitória de ACM Neto contra Jerônimo Rodrigues no primeiro turno com mais de 20 pontos percentuais de vantagem? O levantamento de 2022 foi divulgado na véspera da votação, 30 de setembro. No domingo, dois de novembro, quando foram abertas as urnas, deu Jerônimo na frente, quase liquidando a fatura no primeiro turno. A vitória do petista se daria na etapa derradeira. Com a palavra, os causídicos da Boa Terra…
Mensalão alagoano
O governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), reviveu, nos últimos dois meses, o auge do Mensalão ao liberar de maneira exclusiva as operações do cartão de benefício consignado para os servidores estaduais para apenas uma única Fintech, controlada por um famoso banco mineiro. Pela exclusividade, corre à boca pequena entre os correspondentes bancários que o MeuCashCard, de Rodrigo Pentagna Guimarães, do Banco BS2, antigo Bonsucesso, pagou cerca de R$15 milhões, um valor que já recuperou na primeira semana de operações. Desde que iniciou as operações, o MeuCashCard já emprestou cerca de R$70 milhões com uma taxa média de 5,00% ao mês. Esta carteira já tem destino certo. Será vendida para fundos de crédito, os chamados FIDCs, por cerca de R$150 milhões, gerando assim um belo lucro para o banqueiro mineiro.
Ao oficializar seu apoio a Hugo Motta, Arthur Lira perde força na Câmara
Esta semana, Arthur Lira oficializou seu apoio ao deputado federal Hugo Motta, do Republicanos da Paraíba, para a presidência da Câmara. O episódio provocou um racha entre os partidos. O líder do UB na Câmara, o deputado federal Elmar Nascimento, da Bahia, foi o primeiro a detonar Arthur Lira: “Ele sempre foi líder de Bolsonaro na Câmara”. Em off, revelou segredos que comprometem muito o atual presidente da Câmara dos Deputados.
Quem vota?
Eis os maiores eleitores para eleição na Câmara Federal: PL com 93; PT, PCdoB e PV com 80; UB, 58; PP, 51; PSD, MDB e Republicanos, cada um com 44; PDT, 18; PSB, 14; PSOL e Rede, 14; Cidadania e PSDB, 17; Podemos, 15; Avante, 7; PRD, 5; Solidariedade, 5; Novo, 3; sem partido, 1.
Na mosca: CPI da Anistia morre no nascedouro sem choro nem vela
Este blog sempre antecipou que a CPI da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara que pretendia anistiar quem quis dar golpe não iria adiante. O fato se confirmou. Arthur Lira disse que vai criar uma comissão especial para estudar o assunto. É o mesmo que dizer: matou quem pensa em anistia. Todo mundo está responsabilizando a deputada federal pelo PL de Santa Catarina, Caroline de Toni, que além de totalmente despreparada culturalmente, vestiu a camisa do bolsonarismo e passou a agredir a todos e a todas. Foi uma decepção, já que a parlamentar não tem experiência, não tem cultura jurídica, muito menos cultura intelectual.
Suspeita de golpe na Caixa I
Em Salvador, a Caixa Econômica Federal vem adotando um modus operandi para lá de curioso no processo de concessão de crédito imobiliário residencial. Aprova todas as etapas do solicitante, cobrando, sobretudo, uma taxa de quase R$1 mil para fazer a avaliação de engenharia do imóvel a ser financiado, e, depois, trava a disponibilização do valor, alegando falta de recursos. Essa informação, que deveria ser dada logo que o cliente pergunta sobre esse produto, chega por último, após dinheiro não reembolsável e tempo perdido.
Suspeita de golpe na Caixa II
Por sinal, a perda de tempo pode fazer com que não se concretize a aquisição da unidade habitacional nova, cuja parcela única final precisa ser quitada junto à construtora em tempo relativamente curto. Além de incalculáveis prejuízos financeiros, essa suspeita atitude vem causando problemas emocionais em quem se sentiu enganado e golpeado por uma instituição pública, considerada uma referência no setor. Mais grave ainda é que a Caixa continua sem informar oficialmente que não está concedendo o crédito imobiliário residencial. Ao contrário, mantém toda a propaganda sobre o produto, que, na prática, está indisponível.
Suspeita de golpe na Caixa III
Para coibir tal prática nociva, orientada por gestores de caráter duvidoso, as autoridades e os órgãos de defesa do consumidor precisam agir com urgência, protegendo a coletividade, porque, individualmente, quem passou por isso certamente acionará a Justiça para minorar os prejuízos morais e pecuniários causados. Essa manobra cruel e escabrosa, que aparenta ser uma estratégia para arrecadar dinheiro da população, está maculando a imagem do banco. É a Caixa Econômica Federal dando a sua contribuição para tornar ainda mais longo e traumatizante o caminho para a realização do sonho da casa própria.