Este blog antecipou que o suicida não era o único integrante do atentado terrorista. A Polícia Federal acaba de descobrir que a ex-mulher dele também participou e, além dela, outros figurantes. É só questão de tempo.
Cala a boca, Magda
A boquirrota Janja Lula da Silva não passou incólume pelo zombeteiro espírito carioca. “Cala a boca, Magda”! O bordão do antigo programa humorístico “Sai de Baixo” ecoava nos botecos do Rio no último final de semana. O festival de besteiras pronunciadas pela primeira-dama durante evento do Janjapalooza causou o “revival” da frase que repreendia a personagem, interpretada por Marisa Orth, quando falava demais. Na zombaria, não faltou também quem chamasse Janja de “cuidadora de Lula”. Em seu terceiro mandato de presidente, ele não teria mais o vigor do passado.
Sobrou pro ministro
Sobrou para o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, responder pela ofensa da primeira-dama Janja Lula da Silva ao empresário Elon Musk, futuro auxiliar do presidente americano eleito Donald Trump. O deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS) já protocolou pedido de convocação dele para prestar esclarecimentos em comissão da Câmara Federal.
Marchinha carnavalesca
Quem certamente também deverá comparecer ao Congresso é o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira. Ele elogiou e reiterou o impropério disparado por Janja contra Musk. Uma velha marchinha carnavalesca foi lembrada nos comentários da postagem de Teixeira: “O cordão dos puxa-sacos cada vez aumenta mais”.
Excesso de protagonismo de Janja contrasta com discrição das primeiras-damas no G20
No recente encontro do G20, realizado com a presença de líderes e primeiras-damas de várias nações, o comportamento de Janja chamou a atenção pela sua busca de protagonismo, destoando da postura reservada e discreta adotada por outras esposas de chefes de Estado. Enquanto primeiras-damas da França, Canadá e China, dentre outras, acompanharam seus cônjuges com respeito às tradições diplomáticas e mantiveram-se em segundo plano, Janja demonstrou um perfil mais atuante, chamando os holofotes para si e desviando o foco da representação nacional e do papel presidencial. Esse comportamento reforça a necessidade de uma reflexão sobre o papel da atual primeira-dama brasileira no cenário político, onde a sobriedade e o respeito às questões institucionais deveriam prevalecer. Ao preferir os holofotes, Janja acaba por alimentar críticas sobre seu excesso de visibilidade.
Tenente-coronel Cid volta hoje à PF e pode complicar Bolsonaro
De posse de novos instrumentos, a Polícia Federal acaba de descobrir que o tenente-coronel Cid, ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, omite dados importantes sobre a tentativa de golpe. Hoje, ele volta à PF e pode ter a sua delação premiada totalmente anulada.
Imortalidade paroquial I
Teve um tempo em que a Bahia quase vira ACMlândia. Os prédios públicos, escolas, hospitais, praças, logradouros e até municípios ganhavam nomes, quando não do próprio Antônio Carlos Magalhães, de seus familiares e parentes. Nem a lei que impedia esse tipo de homenagem a pessoas vivas freava a volúpia de poder do Cabeça Branca, insaciável na determinação de deixar a sua marca onde quer que fosse na Bahia.
Imortalidade paroquial II
Tal comportamento inédito no mundo revelava o provincianismo atroz da imortalidade paroquial, que ainda encontra ressonância nas tentativas de uma das noras do finado senador. Ela, sempre que pode, emplaca o nome de um dos seus numa escola, posto de saúde ou qualquer outro equipamento municipal de Salvador.
O Rio de Janeiro continua lindo
Mais uma vez na reunião do G20, o Rio de Janeiro comprova ser a porta de entrada de turistas estrangeiros no Brasil. As delegações que vieram para o importante evento “babaram” com a beleza carioca. Não adianta, Rio é Rio. O Rio de Janeiro continua lindo é a porta de entrada do Brasil, quer queiram, quer não.
London London
O time do Bahia fez a pré-temporada deste ano em Manchester. A Inglaterra também é o destino de prefeitos do União Brasil eleitos na Bahia em cidades com mais de 200 mil habitantes. Bruno Reis, de Salvador, José Ronaldo, de Feira de Santana, e Sheila Ramos, de Vitória da Conquista, estão no grupo e sendo ciceroneados pelo presidente da Fundação Índigo, ACM Neto, na City. Com retorno previsto nos próximos dias, a comitiva teria como objetivo conhecer a infraestrutura e a mobilidade da capital inglesa. Tomara que voltem com boas ideias. Não tenham ficado como Caetano Veloso canta em “London London”: “I’m wandering round and round nowhere to go” (Estou vagando sem parar, sem ter para onde ir).
Saudade de quem nunca quis ser chamada de primeira-dama, mas é inesquecível
Antropóloga, professora universitária, referência nacional e internacional, dona Ruth Cardoso, esposa do senador, ministro e presidente Fernando Henrique Cardoso, ditou moda e estilo na capital federal. Jamais quis ser chamada de primeira-dama. Foi pouquíssimas e raríssimas vezes a Brasília, assim mesmo em voos comerciais. Jamais utilizou aviões presidenciais. Estilosa, discreta, até hoje é considerada a verdadeira primeira-dama que Brasília teve. Elegante até na crítica, em determinado momento alguém perguntou a ela o que achava do senador ACM. Resposta dela: “O meu PFL é o do senador Marco Maciel”. Belo exemplo e por isso é considerada, depois do processo de redemocratização do Brasil, a verdadeira primeira-dama que o país teve até hoje.
Torneirinha de asneiras I
Não era a intenção do então ministro do governo FHC, Rubens Ricupero, que vazasse a infeliz frase que dissera em “off” numa entrevista ao jornalista Carlos Monforte, no “Bom Dia, Brasil”: “Eu não tenho escrúpulos. O que é bom a gente fatura; o que é ruim, esconde”. A República quase caiu com a inoportuna declaração, que veio a público por acaso. Ainda arrependido do dito, Ricupero tem falado que, na ocasião, lhe baixou o espírito de Emília do Sítio do Pica-Pau Amarelo e ele abriu a “torneirinha de asneiras”.