Em um dos momentos mais delicados da história recente do Brasil, é preciso lembrar que comandantes militares como o general Marco Antônio Freire Gomes e o tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior demonstraram compromisso inabalável com a democracia. Ao recusarem qualquer tentativa de instrumentalizar as Forças Armadas para ações golpistas, esses líderes reafirmaram o papel das instituições militares como defensoras da Constituição e da soberania nacional. Seu exemplo de honra e patriotismo reforça que a verdadeira lealdade ao Brasil está em proteger a ordem democrática e o Estado de Direito. Um legado que inspira e fortalece a confiança nas instituições do país.
Cerco fecha em Brasília
A direita vai pular do barco bolsonarista, já que os documentos da PF e as declarações das Forças Armadas aniquilam com Jair Bolsonaro e os seus seguidores. Ninguém mais tem dúvidas de que não haverá anistia e Bolsonaro caminha para a prisão.
Preço alto
A vitória avassaladora do prefeito Bruno Reis em sua reeleição teve um preço alto. O rombo nas finanças municipais está sendo estimado em R$700 milhões. O alcaide de Salvador já apertou o cinto. Contingenciamento é a palavra de ordem no primeiro ano do novo mandato, que também iniciará com o aumento de impostos para o setor de serviços médicos. Quem viu a cidade virar um canteiro de obras nos últimos anos, agora já começa a se irritar com a proliferação de buracos nas pistas.
Todos os jornais internacionais divulgaram o escândalo do golpe de Bolsonaro
Os principais jornais dos Estados Unidos, da Europa e da Ásia colocaram em manchete que Bolsonaro queria dar um golpe no país e queria matar o presidente da República, o vice e o ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Alexandre de Moraes. Com isso, a imagem de Bolsonaro está totalmente desgastada também no exterior.
No Brasil também todos os jornais colocaram em manchete
No Brasil, os principais jornais do país, o Globo, Estadão, Folha, Valor Econômico, Correio Braziliense e outros jornais, colocaram em destaque o golpe que Bolsonaro e os seus seguidores queriam dar, além de assassinar o presidente da República, o vice e o ministro do STF.
Naturalização do crime I
Na primeira noite, ele levou o toldo da academia. Na seguinte, estava sobre um muro a arrancar a estrutura metálica que sustentava a cobertura. Alguém gritou: “ladrão!”. Alheio, ele continuou a praticar o delito. Dessa vez o camburão da polícia chegou e o flagrou em ato criminoso. Tranquilamente o sujeito desceu com as mãos para cima e se dirigiu a dois policiais que o dirigiram ao fundo da viatura. A cena foi registrada ontem na Rua Teixeira Leal, localidade a menos de cem metros de onde morou o finado senador Antônio Carlos Magalhães, na Graça. Tradicionais bairros, Graça, Vitória, Campo Grande, Canela e Barra compõem uma região de Salvador de classes média e alta em que a criminalidade parece estar se naturalizando.
Naturalização do crime II
O episódio da rua Teixeira Leal é apenas um exemplo de contumazes roubos, assaltos, arrombamentos e invasões sem hora para acontecer. A novidade nesse caso foi a chegada da polícia em tempo de dar o flagrante. Mas o comportamento de indiferença do delinquente revelou o sentimento de impunidade de quem daria um passeio até a delegacia e logo estaria apto a cometer novos delitos. O mesmo bandido é figurinha carimbada nas imagens captadas pelas câmeras de condomínios locais.
Cenário de desolação
Nem os poderosos bancos estão imunes à ação dos bandidos na região. Já foram alvos de arrombamentos três agências do Banco do Brasil. Uma no Canela ficou mais de 45 dias fechada sem atender ao público, porque todo o cabeamento foi roubado. Ao cair da noite, o cenário é de desolação. Os moradores se recolhem em seus apartamentos e, nas ruas desertas, só circulam motoboys com os pedidos de delivery. Não são poucas as autoridades que residem na localidade: senador, ministro, ex-prefeito, generais, coronéis da PM e significativa parcela do PIB baiano. A preocupação deles, pelo jeito, se restringe à segurança dos prédios onde moram. “O povo que se exploda”, vaticinou Justo Veríssimo, inesquecível personagem de Chico Anysio.
Ontem, bolsonaristas tentaram fazer sessão, mas não conseguiram
Deputados bolsonaristas tentaram realizar uma sessão ontem na Câmara dos Deputados. Além de não haver número, foram aconselhados a se recolherem porque a crise é profunda e hoje os bolsonaristas são minoria tanto na Câmara quanto no Senado.
Baiano burro nasce morto
O agente da Polícia Federal que entregou o esquema da Abin é baiano. Seu nome é Wladimir Matos Soares. Ele disse que foi cooptado pela Abin sob o comando de Alexandre Ramagem. Os seus amigos e colegas tanto de Brasília, onde ele serve, quanto da Bahia fizeram uma vaquinha e contrataram um advogado para defendê-lo.
Trinta e sete indiciados pela PF pega o principal: Jair Messias Bolsonaro
Na divulgação que ontem a PF liberou para o ministro Alexandre de Moraes consta Jair Messias Bolsonaro, seu ex-ministro da Defesa, seu ex-ministro de gabinete, seu ex-comandante da Marinha, além de outros nomes. O curioso é que o almirante Garnier era inimigo do tenente-coronel Cid, que o entregou. Paulo Sérgio era ministro da Defesa e general do Exército, tinha um filho que era coronel e servia na 6ª Região Militar da Bahia. O general Augusto Heleno era também um dos conspiradores. A lista explodiu como uma bomba no Congresso Nacional porque pegou de primeira o presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
Valdemar, o homem do dinheiro
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, com o maior orçamento dos fundos partidário e eleitoral, empregou a família e os aliados de Jair Bolsonaro. Mulher, o próprio Bolsonaro, general Braga Netto e outros. Indiciado, Valdemar pode ter uma desagradável surpresa. Os milhões do PL podem ser bloqueados a qualquer momento e ele pode ir para a prisão.