Na reunião dos ministros, Múcio se despediu

Na última reunião de Lula com seus ministros, o da Defesa, José Múcio, se despediu dos seus companheiros. Não aceita de jeito nenhum os pedidos do presidente Lula nem dos comandantes militares. Para seu lugar estão cotados o vice-presidente Geraldo Alckmin e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. 

O dono da CNN do Brasil é bolsonarista

Está claro que o milionário mineiro que é dono da concessão da CNN do Brasil é bolsonarista. Seu canal de TV faz o que pode e o que não pode para colocar Bolsonaro e a família em destaque. Escondem até que o ex-presidente está inelegível e não participará do próximo pleito presidencial. 

A crise é brava. José Dirceu antecipou volta a São Paulo e Brasília

O todo-poderoso José Dirceu, que veio à Praia do Forte para descansar, não levou nem 48h. Retornou ao eixo Brasília-São Paulo para tentar salvar o partido da crise em que se encontra. Há quem afirme que Lula necessita com urgência do Super Zé.

O Brasil não foi mostrado nem citado na posse de Donald Trump

Ontem, nenhuma rede de TV norte-americana, CNN, ABC, CBS, NBC e Fox News, mostrou nenhum brasileiro ou brasileira na solenidade de posse de Donald Trump. A embaixadora do Brasil nem pensar. O filho e a mulher de Bolsonaro também e os demais bolsonaristas. O campeão de visibilidade foi Elon Musk, que estava numa posição em que toda hora as TVs o mostravam. A CNN do Brasil ficou anunciando que a qualquer momento o filho de Bolsonaro e a mulher seriam vistos na solenidade, mas não apareceu nem para eles. Como se vê, o Brasil esteve em baixa na posse de Donald Trump.

Meia palavra basta

O pedido da Justiça Federal da Bahia para que a relatoria da Operação Overclean no STF seja transferida ao ministro Flávio Dino por já estar acompanhando casos de desvios de recursos de emendas parlamentares está bem fundamentado. “Ao bom entendedor, meia palavra basta”. Com a palavra o ministro Kássio Nunes Marques, a ele cabe a decisão de acatar ou não a sugestão.

Folia brecada

A iminente mudança do relator da Operação Overclean no STF desanimou os foliões baianos que recepcionaram o ministro Kássio Marques Nunes no Carnaval de Salvador do ano passado. O clima é da marchinha “Até quarta-feira”: “Este ano não vai ser / Igual àquele que passou / Eu não brinquei / Você também não brincou”.

O garoto que tritura o governo Lula

O vídeo de Nikolas Ferreira triturando o governo Lula está bombando. Tem 291 milhões de visualizações e, com isso, o governo Lula não se recupera. Não há Sidônio que aguente.

O Globo é implacável com Elmar Nascimento

No último final de semana, foi matéria de quase uma página onde o jornal O Globo triturou o deputado federal Elmar Nascimento, líder do União Brasil na Câmara dos Deputados. O baiano tem sido um dos alvos preferidos do jornal O Globo para sofrer ataques. Chegam a ser cruéis. 

Jornais impressos perdem para a internet

Com o advento da internet, os grandes jornais O Globo, O Estado e Folha de São Paulo estão perdendo circulação. Já não circulam no papel nas principais capitais do país. Com isso, os anunciantes estão fugindo e investindo nos canais de internet. Há quem antecipe que os chamados jornalões já reduziram o tamanho, não conseguem aumentar assinaturas e, o mais grave, quando chegam com as notícias, elas já foram antecipadas na internet.

Veraneio do inferno

Enquanto o governador Jerônimo Rodrigues faz parte da claque de Lula em Brasília, a violência continua desenfreada na Bahia. Cada vez mais inescrupulosos em suas ações, membros de facções criminosas sequestraram dois homens em Itacimirim, no Litoral Norte, e sob torturas exigiram das vítimas transferências no valor de R$100 mil. Por sorte, os torturados conseguiram sobreviver depois de populares acionarem a polícia ao flagrarem o desmonte do carro deles sendo feito pelos bandidos. O veraneio virou um inferno na Bahia e Jero não está nem aí. Em Salvador, determinados gestos continuam a decretar a morte de quem os faz.

O mais aplaudido

Na solenidade do Capitólio, quando os ex-presidentes foram anunciados, George Bush com a mulher Laura, Bill Clinton com a mulher Hillary e Barack Obama, o nome dele ao ser anunciado foi o mais aplaudido. Se teve a impressão de que o povo lembrou quando Obama foi eleito, saiu andando pelas avenidas de Washington sendo aplaudido por verdadeiras multidões, enquanto Trump teve 25 mil seguranças e não passou em nenhum local que tivesse público. Tinha mais policiais do que fãs. A CNN norte-americana anunciou um público de 250 mil pessoas nas ruas, mas as TVs europeias afirmaram que não tinha sequer 20 mil.

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