ACM Neto, na Bahia, afirma que o UB não vai apoiar Lula

Na Bahia, ACM Neto declara que o União Brasil não vai apoiar Lula. Ocorre que o ex-prefeito de Salvador já sofreu uma fragorosa derrota quando tinha candidato à liderança do partido e perdeu. Afinal de contas, Neto vai para o confronto com Antonio de Rueda? É difícil. 

Ministro da Defesa fica

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, resolveu atender aos apelos dos chefes militares e também do seu amigo, o presidente Lula. Vai permanecer no comando no Ministério da Defesa. É habilíssimo, culto e conseguiu a respeitabilidade dos comandantes militares. 

O trio de ouro do MDB nacional

Todos são nordestinos, o ex-presidente José Sarney e os senadores Renan Calheiros e Jader Barbalho. Eles formam o trio de ouro do MDB porque eles, sim, têm prestígio e votos, com um detalhe: Renan tem filho ministro e Jader tem um governador, o do Pará, e outro ministro. Os nordestinos formam a maioria do MDB nacional. 

CPI da ECT para apurar rombo de R$2 bilhões

Está na fornalha a formação de uma CPI para apurar um rombo de mais de R$2 bilhões na Empresa dos Correios e Telégrafos. É impensável e inadmissível que uma empresa que tem o comando no país tenha um prejuízo desse tamanho. Tem muito bandido roubando. 

Feliz da vida, Gusttavo Lima é candidato à sucessão presidencial

O Sertanejo Gusttavo Lima está feliz da vida. Em todas as pesquisas, ele é o único candidato que pode bater Lula na sucessão presidencial. Afirma que é um sonho. De qualquer sorte, é mais do que isso.

O baiano Antonio Brito acredita no PSDB da Bahia

O líder do PSD, Antonio Brito, está viabilizando o ressurgimento do partido na Bahia. Nacionalmente, o PSDB tem treze deputados federais, mas da Bahia, apenas um. Com isso, ele vai viabilizar o PSDB na Bahia coligado com o seu PSD.

Guantánamo, o terror que Trump quer retornar

A prisão de Guantánamo foi considerada pelos cubanos como um terror, por isso foi desativada há alguns anos. Ocorre que Donald Trump quer colocar os imigrantes ilegais de volta lá. A reação mundial é muito grave. 

A morte anunciada da mídia impressa no Brasil

A mídia impressa no Brasil está em extinção, e a falência da Editora Três, responsável pela revista IstoÉ, é mais uma prova desse colapso. Com uma dívida ativa de R$828 milhões e jornalistas sem receber salários, a empresa não resistiu à crise do setor. A circulação de jornais caiu 16,1% em 2022, enquanto revistas históricas encerram suas edições impressas. A migração do público para o digital e a fuga dos anunciantes aceleraram o declínio. O jornalismo sobrevive, mas enfrenta o desafio de manter a qualidade em um ambiente onde a velocidade das informações vale mais que a apuração cuidadosa.

Jornais impressos definham na Bahia

A mídia impressa na Bahia segue perdendo força. Os jornais locais, cada vez mais escassos em conteúdo e relevância, sobrevivem com baixa circulação, refletindo a migração do público para o digital. Já os grandes jornais de circulação nacional simplesmente desapareceram das bancas baianas, tornando-se inacessíveis para leitores que ainda preferem o papel. O cenário evidencia o fim de uma era: o impresso cede espaço ao imediatismo das telas, enquanto o jornalismo tradicional busca se reinventar em meio a um mercado dominado pela velocidade da informação e pelo poder dos algoritmos.

Não é uma crise, é o fim de uma era

Os jornais impressos encolhem, mas a notícia não desaparece — ela apenas muda de formato. A ausência de grandes títulos nas bancas reflete um consumo de informação cada vez mais digital. O hábito de folhear páginas cede espaço ao deslizar dos dedos nas telas, marcando uma transformação definitiva na forma como a sociedade se informa.

Bolsonaro preocupado

Já que a novela dos inquéritos da Polícia Federal contra ele está chegando ao momento de decisão no STF, Jair Bolsonaro não quer viajar nos próximos dias para eventos públicos. Aliás, eles já não são mais numerosos como no passado. O ex-presidente sabe que o coro vai comer. 

Pablo Marçal disputa com o sertanejo

Acredite quem quiser, sairão pesquisas em que Pablo Marçal disputa a sucessão presidencial com o sertanejo Gusttavo Lima. Como se vê, políticos tradicionais estão em baixa junto ao eleitorado brasileiro. 

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