Ruas de Salvador destruídas após Carnaval

O Carnaval passou, mas deixou um rastro de destruição nas ruas de Salvador. A pavimentação asfáltica e o piso intertravado dos circuitos foram gravemente afetados, com buracos e trechos deteriorados. Enquanto a festa movimentou milhões, a infraestrutura da cidade ficou para trás. Até agora, a prefeitura não tomou providências, deixando claro que, depois da folia, o abandono continua.

O escândalo do Itaú

Enquanto o Itaú tenta lidar com mais um escândalo que ameaça desgastar sua imagem e os pilares de sua reputação, a Dan Galeria, uma das mais renomadas instituições do setor de arte no Brasil, também vive um clima de apreensão. A crescente exposição de Michele, funcionária envolvida em um complexo jogo de relações, coloca em risco não só sua privacidade, mas também a estabilidade da galeria.

O escândalo do Itaú II

Ao tentarem deslegitimar Roberto Setúbal, poucos direcionam o mesmo olhar crítico para Michele, a amante que, de certa forma, segue quase intocada no meio dessa história. Em um mundo cada vez mais desiludido, onde a traição e as relações baseadas em interesses escusos se tornaram quase comuns, é interessante notar como as pessoas se envolvem em dinâmicas que pouco questionam. As práticas de infidelidade, que antes eram vistas como escândalos, se tornaram parte do cotidiano de muitos. Vide o crescente número de aplicativos de relacionamento voltados para sugar daddies – homens procurados por jovens dispostas a trocar afeto e companhia por benefícios financeiros.

O escândalo do Itaú III

Surge mais uma questão: Michele segue desempenhando seu papel na Dan Galeria, como antes? Ou seu envolvimento na trama a forçou a se afastar da galeria de arte, talvez até buscando resguardar a imagem da instituição ou a exposição de potencial ocultação de patrimônio do banqueiro? Em um contexto tão delicado, a reação de Michele à pressão da mídia e das acusações pode ser crucial não só para a sua vida pessoal, mas também para as repercussões que isso trará para seu relacionamento com Setúbal, sua família e filho, e claro, para a Dan Galeria.

Só para gênios

Criada pela Fundação Estudar, mantida pelos mega empresários Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, o Programa de Bolsa de Líderes Estudantis está com inscrições abertas até o dia 6 de abril. A iniciativa oferece bolsas que cobrem até 90% dos custos para brasileiros aceitos em instituições com caráter excepcional. 

Camarotes do carnaval: paraíso do tráfico, longe da polícia

Enquanto a polícia reprime usuários nas ruas, nos camarotes do Carnaval de Salvador o tráfico corre solto, sem preocupações. A prisão de um jovem no Corredor da Vitória – o metro quadrado mais caro da cidade – escancara até onde chegou o comércio de drogas. Nos bastidores da festa, a elite consome sem medo, em um verdadeiro paraíso do tráfico onde a polícia simplesmente não atua.

Quarenta anos da redemocratização

Nem só os 40 anos da axé music, comemorados com muito ufanismo durante o Carnaval de Salvador, marcam 2025. Neste ano também se celebram quatro décadas do início da redemocratização do Brasil. Depois de um ciclo de 21 anos de sucessão de militares na presidência da República, em 15 de março de 1985, tomava posse interinamente o vice José Sarney em razão do titular Tancredo Neves encontrar-se enfermo. O poder civil se restaurava na República e, diante da morte de Tancredo, foi o maranhense José Sarney que se tornou o primeiro presidente do período da redemocratização brasileira.

Palpites de Sarney

Não se engane. Embora não exerça mais atividade política partidária, o ex-presidente José Sarney continua na ativa, dividindo seu tempo entre Brasília e São Luiz. Bem próximo de 95 anos de vida, a velha raposa continua atenta aos acontecimentos e emite seus palpites. Critica a falta de liderança no Congresso. Aponta que Lula governa em tempo difícil. Defende o apoio do MDB ao petista em 2026. E observa que o Brasil precisa superar a polarização para trilhar o caminho da prosperidade. Em entrevista a O Globo, foi taxativo: “…casa dividida não prospera… não pode ser uma política de inimigos, e sim de adversários”.

Ambiguidade e ironia 

Embora tenha defendido o apoio do MDB à reeleição de Lula, o ex-presidente José Sarney deu uma declaração a O Globo com certo misto de ambiguidade e ironia: “É melhor sair da política muito bem do que já velho”. O também imortal da Associação Brasileira de Letras (ABL) disputou seu último mandato para o Senado Federal em 2015, aos 76 anos. A se confirmar, Lula disputará a eleição presidencial no ano que vem aos 81 anos.

Saloon de bangue-bangue

Quem te viu, quem te vê… No passado, era comum a cena de crianças brincando, construindo castelos de areia. Hoje, no Porto da Barra, impera a esbórnia, seja qual for a hora do dia. E para piorar, certos banhistas estão frequentando armados esse recanto do litoral de Salvador. No último domingo, a faixa de areia virou um saloon de filme de bangue-bangue. Por discordar do valor da conta que lhe foi cobrada por um barraqueiro, um sujeito não identificado puxou a arma e deu dois tiros para cima. Desespero geral! Correu gente para tudo que foi lado. Do jeito que vai, o governador Jerônimo Rodrigues vai precisar colocar um portal na praia do Porto da Barra, como os do Carnaval, com detector de metais e câmeras de reconhecimento facial.

Trump e os “Camundongos Transgêneros”

Donald Trump voltou a criar confusão ao misturar transgêneros com transgênicos. Em um discurso bizarro, ele sugeriu que cientistas estariam conduzindo experimentos com “camundongos transgêneros”, quando, na verdade, falava de camundongos transgênicos usados em pesquisas médicas. O episódio virou piada, mas também mostrou como a desinformação pode transformar um simples estudo científico em mais uma teoria mirabolante do ex-presidente. Se continuar assim, não vai demorar para ele acusar os ratos de fraude eleitoral!

Padilha e a associação com a China: pode não ser ilegal, mas é imoral

O ministro Alexandre Padilha aceitou um cargo na Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada à China. Embora não haja ilegalidade aparente, a situação levanta questionamentos éticos. Um ministro de Estado acumulando funções em uma entidade influenciada por um governo estrangeiro não passa uma boa imagem. No mínimo, é impróprio. No máximo, é imoral.

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