O Brasil perde a chance de ter um ídolo mundial no comando do seu futebol

A desistência do extraordinário Ronaldo Fenômeno da presidência da CBF é uma perda incalculável para o nosso país. Afinal, Ronaldo Fenômeno é um nome respeitado e admirado em todo o mundo. Ocorre que o futebol brasileiro continua na pior. Com os piores quadros e sem nenhuma perspectiva de voltar a ser o que era no tempo do próprio Ronaldo Fenômeno. É uma perda incalculável para o futebol brasileiro e para o futebol mundial. Se assumisse o comando da CBF, o primeiro ponto seria trazer como técnico da seleção brasileira um dos maiores nomes do futebol mundial, o técnico campeão do Real Madrid, Ancelotti.

Eduardo Bolsonaro: o rico enrustido com empresa nos EUA

Enquanto posa de patriota raiz, Eduardo Bolsonaro leva uma vida de capitalista global. É sócio de uma empresa nos EUA ao lado de um empresário ligado a atos golpistas. Fica a pergunta: cadê o discurso anti-“sistema” agora? Parece que o 0-3 é mais adepto do american way of life do que quer admitir.

Malandragem Internacional

Percebendo o fracasso do último evento em Copacabana, o “filho 03” do ex-presidente Jair Bolsonaro, arrumou as malas com a família e partiu rumo à terra do Tio Sam sem data para voltar. Além de todas as lambanças, a que chama a atenção é que Eduardo Bolsonaro, apesar de milionário, onde é sócio da Braz Global Holding localizada no estado do Texas e que tem como sócio o empresário Paulo Generoso, solicita dinheiro aos iludidos no Brasil para manter os seus luxos e regalias. Já dizia Bezerra da Silva, “Malandro é Malandro e Mané é Mané”.

Governança movimenta o futebol

Após a aprovação no Congresso das chamadas Sociedades Anônimas do Futebol ou SAFs em 2021, o mercado de venda de times de futebol movimentou bilhões de reais no Brasil. Times como Cruzeiro e Botafogo saíram na frente e das trevas para atrair investidores sérios e melhorar a gestão de suas equipes e elencos. Por outro lado, times como o Vasco demonstraram que as SAFs não são a solução para todos os problemas.

Governança movimenta o futebol II

Em algumas SAFs, investidores que entraram nas primeiras rodadas se preparam para vender parte de suas participações a preços maiores. Um destes casos é o Atlético Mineiro, onde grandes empresários como Rubens Menin, que detém cerca de 35% do time, manifestaram recentemente o interesse de trazer novos sócios com capital e apaixonados por futebol.

Governança movimenta o futebol III

Enquanto a SAF do Atlético Mineiro tenta atrair investidores de peso como Jorge Paulo Lemann, a futura SAF do Fluminense já tem um investidor âncora de peso, o banqueiro André Esteves. Fanático pelo time, Esteves só não fechou negócio pela resistência de seus sócios e sua família, que conhecem bem os complicados bastidores do futebol no Rio de Janeiro, onde o crime organizado está presente em tudo.

Pressão nos bancos

Para atingir seus objetivos, Donald Trump já articula um pesado pacote de medidas contra bancos internacionais que abrigam contas gordas de seus adversários políticos. No Brasil, Safra, Itaú, Banco do Brasil e Bradesco estão na mira de Trump devido à sua forte presença em Miami e Nova York. Para não perder acesso a dólares, os grandes bancos já se prepararam para convidar os inimigos de Trump para se retirarem.

Toronto na Faria Lima

Nona maior bolsa de valores do mundo, por valor de mercado, a Bolsa de Valores de Toronto formalizou uma parceria com a bolsa brasileira B3 para acelerar a listagem de empresas de mineração brasileiras. Esta semana, em São Paulo, dezesseis investidores do Canadá estarão em São Paulo visitando potenciais empresas prontas para acessar o trilionário mercado canadense de investidores de mineração.

Pressão pelo Amapá

A pressão para que a Petrobras inicie a exploração comercial de petróleo e gás no Amapá deve se acentuar nas próximas semanas. Além de Marina Silva, o ministro Alexandre Silveira será o principal alvo de deputados e senadores das bancadas do norte e nordeste lideradas por Davi Alcolumbre. Além de operação tartaruga nas votações, vetos de aprovações importantes como a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil e a tributação dos dividendos estão na mesa. Às vésperas das eleições, não poderia existir pior momento para Lula e seus aliados entrarem numa guerra com Alcolumbre.

Domínio do crime I

Mais um fim de semana fatídico em Salvador. Se já não bastasse o falecimento da jovem dentista, vítima de bala perdida em tiroteio na Avenida Paralela na semana passada, o bang-bang virou rotina na capital baiana, que tem se tornado uma “terra sem lei”. Os disparos são ouvidos por tudo que é canto. Na manhã do último sábado, as balas ricochetearam pelo Campo Grande até o Orixás Center, no Politeama, bem próximo do Quartel dos Aflitos, da Polícia Militar, e do Complexo de Delegacias dos Barris. Na troca de tiros que levou pânico à região, duas pessoas foram alvejadas.

Domínio do crime II

Também próximo do quartel da PM e dos órgãos da Polícia Civil, no Vale do Canela, onde é muito comum o despacho de ebós com animais mortos, foi encontrado um corpo humano esquartejado num saco plástico. Seja bairro nobre ou periferia, a violência não tem limites e se espalha, com assassinatos na Ribeira e Lobato. Em Narandiba, membros de facção criminosa invadiram motel e assassinaram dois homens.

Domínio do crime III

O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, deu o alerta de que o crime organizado e o narcotráfico estão dominando o Brasil. Apontou a inexplicável ineficiência do governo brasileiro em combater a ocupação de territórios pelas facções criminosas, o que não se vê nos Estados Unidos e na Europa, onde há grande consumo de drogas, mas sem o domínio territorial do crime. Insinuou a possibilidade da presença dos criminosos no aparelho de estado brasileiro.

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