TSE adia julgamento de Moro

O Tribunal Superior Eleitoral adiou para a próxima semana o julgamento da cassação do mandato do senador Sérgio Moro. É visível o nervosismo dele quando trafega pelo Senado, mais gordo e se posicionando sempre ao lado dos bolsonaristas, ele pede socorro. A sorte dele será decidida na próxima semana.

Balas perdidas

Ninguém suporta o bang-bang na redondeza de Alphaville 2, na Avenida Paralela. Muita gente já está tratando de tirar o corpo do local para não ser alvo das balas perdidas, que ricocheteiam pelo caro condomínio. O frequente tiroteio na região causou a desvalorização dos imóveis do sofisticado loteamento. De nada adianta os altos custos da segurança privada, que só consegue evitar a invasão da área particular pelos bandidos, que dominam o vizinho bairro de Vila Verde. O caso é de polícia! Infelizmente a política de segurança da Bahia continua incapaz de botar os integrantes das facções criminosas que aterrorizam todo o estado no devido lugar deles: na cadeia!

Mensalinho baiano

Sob investigação do GAECO há anos, o monopólio da Consiglog, empresa gerida exclusivamente por Augusto Lima (“Guga”), sócio controlador do Credcesta, está com os dias contados.

Mensalinho baiano II

Com vários processos na justiça, o contrato de exclusividade do Credcesta com o governo baiano, assinado na gestão passada, é o objeto central de uma ação civil pública, que está sendo preparada por uma das mais respeitadas associações de classe de servidores públicos do estado.

O Rio de Janeiro é definitivamente um caso de polícia

Se não houver uma reviravolta, daquelas espetaculares, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, terá julgado hoje, pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), um pedido de cassação do mandato. Ele é acusado de abocanhar milhões e milhões de reais do Centro Estadual de Estatística, Pesquisa e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). A Procuradoria Eleitoral do Ministério Público Federal (MPF) pediu também a cassação do vice-governador, Thiago Pampolha (MDB), do presidente da Assembleia Legislativa do estado (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), e mais onze pessoas. Segundo os procuradores Neide Cardoso e Flávio Paixão, os acusados praticaram ilícitos eleitorais e abuso do poder político e econômico, ao utilizar descaradamente a máquina pública durante a campanha para a reeleição ao governo do estado, nas eleições gerais de 2022. Além de Castro, Pampolha e Bacellar, o MPF também pediu a cassação de Áureo Ribeiro (deputado federal), Max Lemos (deputado federal), Leonardo Vieira Mendes (deputado estadual), Gutemberg de Paula Fonseca (suplente), Bernardo Rossi (secretário de Ambiente e Sustentabilidade do RJ) e Marcos Venissius da Silva Barbosa (suplente). Com exceção de Thiago Pampolha, os procuradores pediram que os acusados se tornem inelegíveis pelo período de 8 anos, a partir das eleições de 2022. Se for cassado, Cláudio Castro será o sétimo governador do estado a ser preso ou afastado do cargo em apenas oito anos.

Guerra das estrelas

Além de Petrobras, Brookfield, Itaúsa e Manguinhos, quem também tem trabalhado nos bastidores para que os planos de Rubens Ometto não prosperem na área de gás é a Eneva, empresa controlada pelo BTG.

Guerra das estrelas II

Na chamada guerra das estrelas, a batalha mais importante é a classificação do gasoduto que Ometto construiu para levar gás importado de seu terminal em Santos para a Comgás. Com bilhões de reais envolvidos, o resultado da guerra definirá os rumos do setor de gás no Brasil para os próximos dez anos.

Minas e Bahia

A esperada queda do presidente da Petrobras foi obra de uma articulação primorosa de mineiros e baianos. Com a queda, investimentos relevantes em gasodutos, plantas de fertilizantes e em novos campos de exploração serão finalmente viabilizados com as bênçãos do Presidente da República.

Cirurgias importantes desmarcadas no Cárdio Pulmonar

As denúncias continuam contra a Rede D’Or na Bahia. Agora denúncias gravíssimas sobre cancelamentos e remarcações de cirurgias, sem aviso aos pacientes, inclusive pacientes oncológicos, que foram pegos de surpresa ao verem suas cirurgias canceladas. A bagunça é generalizada, e nem os médicos têm controle de suas escalas. Pacientes descobriram o cancelamento das cirurgias quando foram fazer a consulta pré-cirúrgica, com o anestesista. Ouviram como desculpa a mudança do CNPJ da empresa, e que eles iam ter que fazer tudo de novo, ligando para seus planos de saúde. Ao tentarem remarcar, ouviram dos planos que não podiam, já que estavam com cirurgias marcadas e que ainda não tinham sido realizadas. Pacientes apavorados e desesperados. Uma das denunciantes teve que refazer seus planos, inclusive no local de trabalho, depois de ter preparado até funcionário substituto, enquanto ficaria se recuperando em casa. O que se sabe é que processos vêm aí contra a Rede D’Or. Além dos prejuízos com a saúde, muitos tiveram prejuízos materiais, e querem ser ressarcidos.

Caos no Hospital Aliança da Bahia

Desde que foi comprado pela Rede D’Or, o Hospital Aliança deixou de ser referência em atendimento na Bahia. O desespero de pacientes e familiares internados foi grande, este final de semana, familiares nas portas dos apartamentos chamavam os enfermeiros que não davam conta de atender, medicamentos dos pacientes atrasados, falta de estrutura básica, até de toalhas nos banheiros e cobertores. Uma paciente chegou a usar o lençol do acompanhante para se enxugar, porque ficou mais de 40 minutos esperando por uma toalha, que deveria estar no banheiro à disposição. Nem os próprios enfermeiros dos andares conseguiam falar com a rouparia, o telefone não atendia. Um paciente internado no final da tarde, só recebeu o jantar depois das 21 horas, sem ter conversado com a nutricionista, que estava ocupada na emergência. Para completar, acompanhante não tem mais direito a refeição, tem que pagar. Era claro o desconforto dos poucos enfermeiros e atendentes que não tinham o que fazer, e tentavam controlar o caos com gentileza e medindo as palavras, já que não tinham como justificar o descaso e a bagunça que se transformou o Hospital Aliança, que era referência quando pertencia à Companhia Aliança da Bahia.

Chega pra lá

No jantar de gala do Person of the Year 2024 em Nova York na última quarta-feira, um dos episódios mais pitorescos foi a solicitação de última hora dos sócios do BTG. Com o pedido, o acesso às mesas pelos convidados demorou mais do que esperado.

Chega pra lá II

Segundo um sócio de uma grande corretora, que fazia parte do “inner circle” do evento, os sócios do BTG pediram para que a mesa de outro banco, que é seu vizinho na Faria Lima, e que originalmente estava ao lado da do BTG, fosse colocada em outro lugar ou que fosse trocada. Recentemente, BTG e seu vizinho de torre perderam centenas de milhões em um “negócio da China”.

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