O público que o ex-presidente reuniu no Rio de Janeiro em seu apoio faz com que ele seja um cabo eleitoral do PL, mas ainda persiste a necessidade de atrair novos filiados. A avaliação em Brasília é que, às vezes, o jeito de Bolsonaro afasta potenciais candidatos.
Vai haver redução da Selic
É provável que o Copom do Banco Central diminua o ritmo de corte da Selic de 0,50 para 0,25 ponto percentual na sua próxima reunião.
Minas explode nos negócios da moda
O Minas Trend, maior salão de negócios do setor de moda da América Latina, movimentou agora R$ 27 milhões em três dias de realização do evento. Segundo o organizador, o valor superou o do ano passado, de R$ 25 milhões. Cerca de 6 mil pessoas circularam pela feira em Belo Horizonte, que reuniu 122 marcas e 1600 lojistas.
Previsões do todo-poderoso do Banco Central
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, numa roda ontem em Brasília: “O Brasil está um pouquinho pior do que a média”.
Hoje tem decisão sobre CBF
O pleno do STF julga hoje a liminar de Gilmar Mendes, que mandou de volta para a presidência da CBF o baiano Ednaldo Rodrigues. Com o depoimento ontem do investidor estrangeiro do Botafogo, John Textor, falando sobre corrupção no futebol brasileiro, as coisas estão difíceis no futebol nacional.
A ficha caiu I
Urge mudança na liderança do União Brasil na Bahia. O estilo insidioso do ex-prefeito de Salvador, “sem mandato”, pode até ter tido êxito na sucessão da presidência nacional da legenda, mas, na província, não cai bem. Principalmente, quando questões pessoais pesam nas decisões políticas, solapando aliados.
A ficha caiu II
O caso mais recente é o de Lauro de Freitas. A ida da vereadora pedetista, Débora Régis, para o União Brasil, por onde sairá candidata a prefeita da cidade, foi uma retaliação pessoal do “sem mandato” com o presidente estadual do PDT, deputado federal Félix Jr.
A ficha caiu III
O “sem mandato” não gostou de Félix Jr. ter sido um dos condôminos que se negou a assinar o suspeito acordo para que o condomínio do Mansão Wildberger não participasse do leilão do terreno da área de preservação permanente da encosta da Vitória, em Salvador. O ex-prefeito “sem mandato” lidera o grupo de neo-incorporadores que planeja construir uma mega luxuosa torre no local.
A ficha caiu IV
São por essa e outras, como traições e contumazes descumprimentos de acordos, que já caiu a ficha de muitos aliados para a necessidade de mudança no comando do grupo de origem carlista. O nome que desponta na sucessão é o do atual prefeito de Salvador, Bruno Reis. Mais jeitoso e respeitoso, já conseguiu até a reaproximação de João Roma e seu PL, enxotados pelo “sem mandato”, que só herdou os defeitos do avô.
O discreto Cláudio Castro
A manifestação de domingo, na praia de Copacabana, foi um anticlímax. O bolsonarismo dá sinais de cansaço. Cerca de 33 mil apoiadores do ex-presidente desfilaram o figurino verde e amarelo e as bandeiras do Brasil, no famoso balneário, mas o clima era de decepção. Bolsonaro, Michelle e Silas Malafaia, o dono do cofre, até que se esforçaram, mas “não rolou”. Saia justa enfrentou o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). Logo ele que pretende submergir diante da ameaça real da cassação do mandato. Não poderia faltar, afinal seu partido é o partido de Bolsonaro. Cumpriu discretamente a missão e saiu à francesa.
Amanhã, o plenário do STF decide se o presidente da CBF vai ou fica de novo
Nesta quarta-feira, o plenário do STF decide se a liminar que o ministro Gilmar Mendes deu, e que promoveu o retorno do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, ao comando da entidade, vai permanecer. A verdade é que as confusões em que ele se envolveu ainda não foram esquecidas e ele é ex-presidente da Federação Baiana de Futebol.
Empresário que comprou o Botafogo do Rio faz graves denúncias no Congresso Nacional
O empresário John Textor, acionista que comprou o Botafogo do Rio, no seu depoimento ontem na CPI da manipulação de jogos e apostas esportivas, fez graves acusações. Afirmou que a CBF e alguns jornalistas esportivos estão mancomunados na corrupção do futebol brasileiro. Imediatamente, a CPI solicitou à empresa que fez as graves denúncias e que tem sede na Suíça para mandar todos os relatórios. É grave a situação da CBF, denunciada há alguns anos de corrupção, mas que ninguém nunca adotou providência. Agora, a situação se complica.